Para Sempre Cinderela

Receita Aligot com filé e vinho

Aligot com filé 2

Minha inspiração para esse prato foi o Aligot do chef Fogaça do Masterchef. Compartilho as adaptações que fiz, bem como a receita que utilizei para  me aproximar da original (que, obviamente, não está na internet na íntegra).

 

Ingredientes do Aligot

  • 1 kg de batatas
  • 400g de queijo já ralado ou pedaços bem pequenos (chef Atala mistura queijo Minas e Gruyère, mas também há receitas com Ementhal)
  • 200g de creme de leite (1 caixinha)
  • 70g de manteiga (opcional, caso colocado, é durante a confecção do purê ainda sem o queijo)
  • Sal e pimenta a gosto.

Como fazer?

Cozinhar as batatas, espreme-las e fazer um purê. Com o purê pronto, levá-lo ao fogo baixo com o creme de leite (sem misturar a princípio). Em fogo baixo, aguardar que o creme de leite esquente e colocar o queijo.  Deixar o queijo derreter e vá mexendo até que o queijo derreta com o calor da mistura, sempre em fogo baixo até que se obtenha uma massa uniforme.

Para entender o ponto do Aligot, veja o vídeo a seguir (que aliás dá outras dicas ótimas):

 

 

Redução do vinho:

  • 1 xícara de vinho tinto seco
  • 2 colheres de vinagre balsâmico
  • 02 colheres de açúcar
  • Sal e pimenta (cayena ou do reino) a gosto.

Misture os ingredientes e deixe em fogo baixo até a redução (ficará 1/3 do inicial). Quando estiver não estiver escorrendo da colher (sem estar em ponto de caramelo) estará bom. Queima muito fácil, atenção!

 

Filé:

  • Contra-filé pedaço 3 cm de altura (usei +/- 500g)
  • Cogumelo funghi (hidratado)

Selar o contrafilé na manteiga.

Finalizar montagem do prato com Aligot ao centro, o cogumelo e a redução de vinho.

 

 

 

 

 

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Receita de Tiramisu (fácil e rápida)

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Ingredientes:

  • 3 ovos

  • 7 colheres (de sopa) de açúcar de confeiteiro

  • 500g de mascarpone (se não tiver, bata a mesma quantidade de creme de leite em ponto de chantilly)

  • 100ml de vinho Marsala (ou outro vinho rosé da preferência)

  • Sal

  • 200g de biscoito champanhe

  • 8 xícaras (pequenas) de café frio

  • cacau em pó para decorar

 

Como fazer?

 

  1. Separe as gemas das claras.

  2. Em uma tigela, bata as gemas com 5 colheres de sopa de açúcar até obter uma mistura uniforme.

  3. Em outro recipiente, bata as claras em neve com uma pitada de sal e o restante do açúcar.

  4. Misture o mascarpone com o vinho separadamente, em seguida adicione a ele a mistura com as claras em neve. Depois adicione as gemas. Misture.

  5. Molhe a bolacha champanhe rapidamente no café e faça com elas a base em uma forma quadrada (ou em taças individuais como eu fiz na fotografia). Em seguida coloque o creme de mascarpone.

  6. Levar à geladeira por 4 horas. Desenformar e servir.

  7. Apenas antes de servir, peneire cacau em pó puro em cima do Tiramisu (se peneirar muito tempo antes o cacau pode “molhar” e perder a consistência de “pó”).

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Renovação de votos em Londrina

Tendo como palco o Rancho San Fernando, a renovação de votos dos 15 anos de casados da fotógrafa Ana Paula Souza com o cinegrafista Carlos Souza, deixou muitas noivinhas suspirando. As bodas aconteceram em 2012, mas vale a pena ver de novo! ;)

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Rancho San Fernando | Assessoria: Alzira Scholze E Souza, Silvia Baldi e Roberta Castro Lisboa  |  Decor AcáciaFlor | Dj-Ney Londrina | Acústico Marcos Mathias Coral da cerimônia Primovere |  Cabine Digital | Doces: Canal Doce | Bolo Luciano Zanutto | Make Heydi Garcia | Grinalda Andréia Lehman | Vestido Eliana Zanini | Traje Masculino Sergio Gavioli /|Equipe Fotógrafos: Nil Gonçalves, Edinho, Robson Moretao, Noivo {Carlos Souza} Noiva { Ana Souza} Alzira, Rafael Henrique… Video: Carlos Souza, Robson Moretao e Fenando Candido, Fernando Camplezi

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Entendeu ou quer que eu desenhe?

“Entendeu ou quer que eu desenhe?”  foi o lema seguido pela artista britânica Maria Tiurina em uma série chamada “Palavras Intraduzíveis” (Untranslatable Words), ilustrando o significado de 14 palavras de diferentes idiomas que não tem correspondente em outras línguas.

Cafuné, português brasileiro: O ato de ternura dos dedos correndo pelos cabelos de alguém.

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Gufra, Árabe: Quantidade de água que você pode segurar nas mãos.

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Palegg, do Norueguês: Qualquer coisa que você pode colocar em uma fatia de pão.

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Tingo, Pascuense: O ato de pegar todos os objetos que você gosta do seu amigo, gradualmente, pedindo emprestado.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (5)

L’appel Duvide, dFrancês: “A chamada do vazio” seria a tradução literal, mas uma melhor descrição seria sobre o instinto de pular do alto de prédios.

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Schlimazl, do Ídiche: Uma pessoa com azar crônico.

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Baku-Shan, do Japonês: Uma garota que é bonita desde que você só a veja de costas.

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Luftmensch,  Ídiche: Refere-se a alguém que é sonhador. Significa literalmente: pessoa aérea.

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Torschlusspanik, do Alemão: Medo de que diminua as possibilidades conforme a idade passa.

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Age-Otori, do Japonês: Quando você fica pior do que estava antes de cortar o cabelo.

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Duende, espanhol: O misterioso poder que uma obra de arte tem e que toca as pessoas profundamente.

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Schadenfreude, do Alemão: Aquela sensação de prazer ao ver a desgraça alheia.

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Kyoikumama, japonês: Uma mãe que fica em cima do filho para que ele tenha um bom desempenho acadêmico.

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Tretar, Sueco: É o segundo refil, ou melhor, a terceira vez que você repete.

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Uma caixa, poesia e uma ação por dia – Projeto Carpe Diem.

A descoberta da poesia e das “pequenas felicidades” que nos rodeiam começa com uma caixa e um desafio de 31 dias.

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Ao contrário da “caixa de Pandora”, que carregava em si os males do mundo, a caixa “Carpe Diem” carrega pequenos “encantos” em forma de poemas e pequenos textos acerca do amor, da amizade, do perdão e outros temas.A brincadeira tem regras simples e começa a partir da confecção da caixa, feita pelo próprio participante (abaixo, algumas já feitas ):

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Cada dia, uma poesia diferente e dois “desafios” (você escolhe um para executar), que são, na maior parte das vezes, coisas simples, como “diga a alguém o quanto você o ama”, “escute uma história de seus avós”, “dê alimento a um cão abandonado” etc.

As ações proporcionam uma descoberta da poesia dentro de si. Fiz a caixa toda e a experiência foi ótima!

Ao cumprir o desafio de “observe o céu alguns minutos”, me lembrei da infância, de quando olhava para o céu e via desenhos nas nuvens. E, os dragões e dinossauros em forma de algodão doce ainda estavam lá no céu e me sorriam. Sorri de volta. A “criança” criativa e sonhadora que se diverte com aquilo que tem em mãos continua aqui.

Ficou com vontade de fazer sua caixa e participar? Veja aqui como:

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Fique com alguém que não tenha dúvidas!

Quando a gente quer muito uma pessoa, a gente se engana. A gente tenta encaixar aquele outro ser humano em posições que nunca foram dele. A gente clama ao universo para um sim em algo que já começou destinado ao não. A gente quer, e a gente bate o pé e faz pirraça feito criança para conseguir. Mas um dia a gente percebe que amor tem que ser uma via de mão dupla.

Amor tem que ser fácil, tem que ser bom, tem que ser complemento, tem que ser ajuda. Amor que é luta é ego. Amor que rebaixa é dor. E então a gente aprende que amor que não é amor, não encaixa, não orna, não serve.
Fique com alguém que não tenha conversa mole. Que não te enrole. Que não tenha

Que não tenha meias palavras. Que não dê desculpas. Que não bote barreiras no que deveria ser fácil e simples. Fique com alguém que saiba o que quer e que queira agora.
Fique com alguém que te assuma. Que ande com orgulho ao seu lado. Que te apresente aos pais, aos amigos, ao chefe, ao faxineiro da firma. Que segure a sua mão ao andar na rua. Que não tenha medo de te olhar apaixonadamente na frente dos outros.

Fique com alguém que não se importe com os outros.Fique com alguém que não deixe existir zonas nebulosas. Que te dê mais certezas do que perguntas. Que apresente soluções antes mesmo dos questionamentos aparecerem. Fique com alguém que te seja a solução dos problemas e não a causa.

Fique com alguém que não tenha traumas. Que não tenha assuntos mal resolvidos. Que saiba que para ser feliz, tem que deixar o passado passar. Fique com alguém que só tenha interesse no futuro e que queira esse futuro com você.
Fique com alguém que te faça rir. Que te mostre que a vida pode ser leve mesmo em momentos duros. Que seja o seu refúgio em dias caóticos. Fique com alguém que quando te abraça, o resto do mundo não importa mais.

Fique com alguém que te transborde. Que te faça sentir que você vai explodir de tanto amor. Que te faça sentir a pessoa mais especial do universo. Fique com alguém que dê sentido à todos os clichês apaixonados.
Fique com alguém que faça planos. Que veja um futuro ao seu lado. Que te carregue para onde for. Que planeje com você um casamento na praia, uma casa no campo e um labrador no quintal. Fique com alguém que apesar de saber que consegue viver sem você, escolhe viver com você.
Fique com alguém que não se esconda. Que não te esconda. Que cada palavra seja direta e clara. Que não dê brechas para o mal entendido. Que faça o que fala e fale o que faça. Fique com alguém cujas palavras complementam suas ações.

Fique com alguém que te admire. Que te impulsiona pra frente. Que te apoie quando ninguém mais acreditar em você. Que te ajude a transformar sonhos em realidade. Fique com alguém que acredite que você é capaz de tudo aquilo que queira.
Fique com alguém que você não precise convencer de que você vale a pena. Que não tenha dúvidas. Fique com alguém que te olhe da cabeça aos pés e saiba, sem hesitar, que é você e só você.
Fique com alguém que te faça olhar para trás e agradecer por não ter dado certo com ninguém antes. Fique com alguém que faça não existir mais ninguém depois. (Mariana Barbieri)

 

i walked for miles till i found you

 

 

“- Existe uma palavra em alemão: Lebenslangerschicksalsschatz. E a mais próxima tradução seria ‘O tesouro do destino ao longo da vida.’ E Victoria é  ’wunderbar’, mas ela não é minha Lebenslangerschicksalsschatz. Ela é minha Beinaheleidenschaftsgegenstand, sabe? Isso significa ‘Aquilo que é quase aquilo que você quer, mas não completamente.’ E é isso o que Victoria é pra mim.

– Mas como sabe que ela não é Lebenslangerschicksalsschatz? Talvez com o passar dos anos ela se torne mais Lebenslangerschicksalsschatz.

– Não, não, não. Lebenslangerschicksalsschatz não é algo que se desenvolve ao longo do tempo, é algo que acontece instantaneamente. Atravessa você como água de um rio depois da tempestade, preenchendo e esvaziando você ao mesmo tempo. Você sente isso em todo o seu corpo. Nas suas mãos. No seu coração. No seu estômago. Na sua pele. Já se sentiu assim com alguém?

– Acho que sim.

– Se tem que pensar a respeito é porque não sentiu.

– E tem absoluta certeza que encontrará isso um dia?

– É claro. Eventualmente todo mundo encontrará. Só que nunca saberá onde ou quando.”

(How I Met Your Mother)

 

 

Textos de http://thesecret.tv.br/2015/03/fique-com-alguem-que-nao-tenha-duvidas/

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O que é Diwali?

O Diwali (ou Deepavali e Deepawali), é o “Ano Novo” hindu e um dos mais importantes festivais religiosos da Ìndia (comemorado pelo  hinduísmo, sikhismo, budismo e o jainismo), também conhecido como “Festival das Luzes” devido aos minhões de lamparinas que são acesas com simbolismo da vitória da luz sobre a escuridão, ou do bem sobre o mal e da luz divina que habita em nós.

Existe uma forte adoração da deusa Lakshmi através da iluminação das casas e das ruas, chamadas dipa ou deeya. As casas são preparadas com antecedência por acreditar-se que Lakshmi, da Riqueza e da Prosperidade, visita e abençoa as casas limpas e iluminadas, de forma que cada um procura acender o maior número de lâmpadas e velas para que a Prosperidade entre na sua casa. Para comemorar a riqueza e prosperidade, todos são incentivados a comprar coisas novas. Há também uma abundância de doces para comer representando doçura e amor.

Diwali ocorre na Lua Nova. A celebração acontece na noite mais escura do outono, o dia de Lua Nova, marcando a transição entre a Lua Minguante com a Lua Crescente, a passagem das trevas para a luz.

Celebração do Diwali

O primeiro dia oficial de Diwali cai no 13º dia de Kartika. As pessoas se põem a limpar suas casas e lojas, a decorar soleiras e pátios com ornamentos multi-coloridos. Compram ornamentos de ouro, vasos, roupas, e outros itens. Os devotos acordam cedo pela manhã antes do Sol nascer e tomam banho de óleo. As famílias decoram casas e pátios com lampiões dando um brilho aquecedor à noite. Este dia de celebração é chamado Dhantrayodashi ou Dhanteras.

O segundo dia é chamado Naraka Chaturdashi. As pessoas tomam um banho de óleo na primeira manhã e então à noite acendem lâmpadas e fogos de artifício. As pessoas visitam seus parentes e amigos, e oferecem doces e amor.

No terceiro dia, as pessoas adoram Lakshmi, a Deusa de riqueza. As pessoas decoram suas casas com acender lâmpadas ou lampiões para receber Lakshmi em sua casas e corações. Há também fogos de artifício.

No norte da Índia, o Govardhana Puja acontece no quarto dia de Diwali. Os devotos no norte do país constroem montes feitos de estrume de vaca, simbolizando Govardhana – a montanha que Krishna levantou com o seu dedo para proteger os aldeãos de Vrindavan da chuva – decorando-os. No norte, observa-se este dia como Annakoot, ou a montanha de alimento.

O quinto dia do festival chama-se Bhaiyya Dooj, e celebra costumes raros e divertidos. Cada homem janta na casa da irmã, e em troca, oferece presentes, chamado de Yama Dwitiya. Milhares de irmãos e irmãs dão-se as mãos e tomam um banho sagrado no rio Yamuna.

Nossa celebração no Brasil foi ministrada por Vatsuveda Deo Marco, do Aum Studeo Yoga e Ayurveda. Segue Imagens:

 

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A mensagem de Diwali

As lâmpadas lembram-nos de nosso dharma – compreender nossa natureza divina.

“O Ser é pura consciência que é auto-luminosa. A cognição de todos objetos surge da luz de pura Consciência “. – Bhrihadaranyaka Upanishad.

Ao multiplicar-se, a luz não se perde. Uma chama pode acender vários outras e ainda assim permanecer intacta.

A luz que brilha no Sol, na lua, nas estrelas, e no fogo são todas as mesmas. Ver e reconhecer aquela luz, a luz da Consciência, que se manifesta e pulsa em toda a criação é a meta da vida. Assim, reconhecendo toda criação como uma expressão do seu Verdadeiro Ser, espalhe a luz de amor e compaixão.

As luzes de Diwali são exibidas nas portas de entrada, pelas paredes das casas, nas ruas e alamedas. Isso significa que a luz espiritual interior do indivíduo deve ser refletida do lado de fora.

Alimentar os estômagos vazios de quem tem fome, acender diyas de festança e trazer à luz àqueles que vivem na escuridão é o verdadeiro espírito de Diwali. Esta é a verdadeira oração.

Diwali na India – ruas e casas

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Comunidade 12 tribos em Londrina

E a Cinderela vai visitar outros reinos!

E se tudo fosse diferente? E se você morasse numa casa bem grande, com um montão de gente junto, tivesse uma escola no jardim, uma horta pra cuidar, oficinas de artesanato, bens comunitários, orações, enormes refeições em conjunto, danças, pessoas professando uma mesma crença em um modo de vida que acreditam estar baseado na simplicidade e no amor?

O primeiro post do “vivências” fala da visita às “12 tribos” em Londrina. Partindo de visões que remontam ideais similares aos de movimentos hippie e  de contracultura, os adeptos construiram um novo lar divididos em 12 tribos espalhadas pelo globo. E este “novo lar” é um mundo paralelo, “fechado” em uma comunidade construída com novas regras e formas de viver baseado em crenças neo-judaicas e nos ensinanentos do que chamam de Mestre Yahshua (Jesus, no hebraico).

Há alguns anos, conhecemos a comunidade a convite de amigos,  lá participamos do nosso primeiro Shabbat, que é uma festividade que ocorre na sexta-feira após o pôr-do-sol, comemorando a entrada do sábado (em crenças baseadas no judaismo e Velho Testamento, guarda-se o sábado, não o domingo). Gostei muito da experiência, da receptividade e da comunidade. Jantamos, conversamos muito, dançamos. O tempo mais fresquinho de julho ainda propiciou a oportunidade de participarmos de uma roda de música em volta da fogueira. Preciso dizer que a experiência foi fantástica?

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Saí de lá questionando valores. Eu conseguiria viver com escasso contato com o “meu” mundo? Conseguiria despagear e viver uma vida comunitária, sem as “minhas” roupas, “minhas” coisas? Saí de lá muito tocada, amei a experiência em vários sentidos. Eles são muito receptivos, dispostos a contar seu modo de vida e s suas regras. Quer ver algumas?

** Quem decide ingressar na tribo passa por um batismo, onde recebe novos nomes em hebraico, com significados de acordo com a personalidade.

** Crianças: frequentam a escola própria deles, dentro da comunidade.

** Namoros: relacionamentos só são possíveis se aceito pela comunidade. E, nada de beijo ou qualquer toque antes do casamento! Para se conhecerem, o novo casal é colocado em maior convivência, trabalhando junto até decidirem-se se o casamento é viável.

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E não jante antes de ir! Um dos pontos altos do Shabbat é o jantar ;)

Endereço: Est Maj Achilles P Ferreira, 5000 – Gl Limoeiro, Londrina – PR (bem próximo ao Thermas de Londrina). Site: www.dozetribos.com.br

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Vivências…

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Existem tantas maneiras de se pensar o mundo! Ideologia, educação, religião. Nossa “verdade” não é única, é apenas “nossa”. Aprender a conviver e entender a diferença diminui a tensão social causada pela exacerbação do “ego”, distribuindo o sentimento de partilha.

O projeto que aos poucos pretendo desenvolver esse ano se chama “Vivências”, que consistirá em participar de atividades culturais, de lazer ou religiões diversas, dar minha visão sobre os fatos vivenciados e dar direcionamento para quem quiser seguir os passos.

Por quê?

Vivência  do latim viventia, faz alusão ao processo ou manifestação de estar vivo, experiência ou modo de vida. Ou, em outras palavras, é o conhecimento adquirido através da experiência vivida, que não é lida ou contada, mas experimentada.

A vivência daquilo que é diferente é uma proposta para colocar em cheque ideais, valores, crenças e explorar pela fresta da janela. Respeirtar a diferença daqueles que sentem e agem diferentemente de nós. Partilhar para agregar. Se despir das capas do preconceito e se abrir para o novo. Respeitar e vivenciar outras bagagens.

Embora explorar diferentes experiências no âmbito religioso se constitua num vasto campo a ser explorado (e explorarei), não pretendo restringir-me apenas a ele. Uma vivência pode ser religiosa, mas também cultural, gastronômica e tantas outras. Dividirei aqui no blog impressões e dicas para quem quiser repetir a experiência e serão bem-vindos ao projeto “Vivências”.

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Ensaio baile de máscaras no castelo…

Carnaval à veneziana, com direito a vinho e castelo. Precisa de mais?

Minha ida à La Dorni foi durante o carnaval, mas o castelo está aberto ao público em Bandeirantes-PR para visitas  e degustação de vinho no horário comercial.

Este ensaio faz parte de uma nova categoria que irei inserir no blog, que se chamará “Vivências”. Como o próprio nome diz, serão sugestões de novas “experiências”.  Conto mais depois, por hora, deixo as fotos do ensaio para aguçar a vontade de visitar o castelo ;)

Carnaval à La Dorni

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Agradeço ao pessoal da vinícula, pela recepção e pela simpatia!

 

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