O que ver e fazer em Veneza – Roteiro…

 
“… When the moon hits your eye Like a big pizza pie, that’s amore...
When the world seems to shine Like you’ve had too much wine, that’s amore!”
Bells will ring ting-a-ling-a-ling Ting-a-ling-a-ling and you’ll sing,  Vita bella…”
 

Acompanha o post ouvindo a música, e sinta-se na Itália! Eu não descreveria melhor o que sinto!  A canção diz tudo, That´s  amore!

Quando marcamos a passagem para Veneza, não estava a espera de grande coisa, romantismo, gôndolas e aquele clichê todo, pensava. Mas, me surpreendi, e confesso que fui completamente arrebatada pela cidade, por cada ruela e cada beco. Mesmo a menor praça, já velha e descolorida, tinha seu encanto, a chuva o  seu charme, a visão da lua sob o porto,  era estonteante. Eu estava deslumbrada, e completamente apaixonada por Veneza…

Veneza Itália -Venice (5) Veneza Itália -Venice (6) Veneza Itália -Venice (7) Veneza Itália -Venice (4) Veneza Itália -Venice (3) Veneza Itália -Venice (2) Veneza Itália -Venice (1)

Para quem pensa que lá não tem muito o que ver e fazer além de gôndolas (eu também pensava!), segue algumas coisas para re-pensar seu roteiro:

Chegando…

stazione de Milano

trem para Veneza

Partimos de Milão, no trem em direção à Stazione Santa Lucia, que pára dentro da ilha. Mas também há outros meios de chegar:

aviao5 Avião: Lá não tem aeroporto. Quem vem de avião, para no Marco Polo em Mestre (cidade vizinha de Veneza) e pega um dos barcos da Alilaguna para chegar.

bus_ico Ônibus: A rodoviária fica na Piazzale Roma.  De lá para o centro histórico, só de barco (vaporetto*).

icone_carro   Veneza é uma ilha que não comporta carros!  Todos andam a pé (e, acredite, você vai adorar se perder e explorar aquele labirinto todo assim). Quem vai com veículo próprio, tem de o deixar na Piazzale Roma e seguir de vaporetto até o centro histórico.

 

 Roteiro de Veneza

Piazza San Marco

piazza_san_marco

A maior praça da cidade, cercada por museus e prédios históricos, no qual se destaca a Basilica di San Marco, o Palazzo Ducale e a Torre dell´Orologio . À direita na imagem, o Campanille, onde é possível comprar ingresso e subir! Horários e preços aqui.

E o mito se comprova:

pombos em veneza (2) pombos em veneza (3)

Veneza não é exceção na Itália! A famosa praça é disputada por turistas, e pombos, ávidos por qualquer migalha de pão (tive medo!).

Basilica di San Marco

kiss in piazza San Marco Venezia

A construção foi feita para abrigar o corpo de São Marcos, um dos quatro evangelistas. Fachada e o interior estão cobertas de mosaico! A entrada é gratuita, só é pago para visitar o Tesoro della Basilica e o Pala d´Oro. Confira aqui horários e preços. Recato nas roupas para visitá-la! (sobre isto, leia mais aqui)

Pallazzo Ducale

Foi a residência de duques, sede do governo e prisão. A Ponte dei Sospire conecta o palácio à antiga prisão.

palazzo-ducale-venezia ponte dei sospire

Conta-se da Ponte dei Sospire, imagem acima à direita, que os prisionerios condenados à morte, suspiravam ao passar por ela e pensar que aquela seria a última vez que veriam a luz do dia. Hoje são os turistas que suspiram…

Ponte dei Rialto
Por falar em pontes, não podemos esquecer da Rialto, a principal ponte do centro histórico que cruza o grande canal rodeada por comércio, gôndolas e charmosos restaurantes à beira d´água.

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Mais pontesPonte dell´Academia, feita em metal e a super moderna Ponte de Calatrava, inaugurada em 2008.

Igreja Santa Maria de la Salute

A bela Igreja, que é situada à porta do Grande Canale, possui afrescos de Tiziano e Luca Giordano na sacristia.

santa maria de la salute venezia

Mais Igrejas: Igreja Santa Maria Gloriosa dei Frari, Localizada na San Polo, tem afrescos de Tiziano e Tintoretto, é a maior Igreja da ilha. Santa Maria del Giglio na piazza San Marco e Chiesa del Redentore na ilha de Giudecca.

Museus:

Galleria dell´Accademia di Venezia:  ao lado da ponte Accademia, com obras de Tintoreto, Tiziano e Veronese.

Fondazione Peggy Guggenheim (pallazo Vernier dei Leoni) em frente ao Canale Grande, há obras de surrealismo, expressionismo, cubismo com Dali, Picasso, Miró, Pollock, Chagal e outros.

Ilhas

 O passeio à Veneza pode ser estendido à suas ilhas. Murano, a capital do vidro, é a mais famosa. Peças podem ser encontradas de todos os preços e você pode ver a fabricação ao vivo! Destaque para o Museo del Vetro. O acesso é feito de Veneza por vaporetto 12, 41 e 42 (atenção nos trajetos).

Vidros Murano Italy glasses   Vidros murano glasses

Mais ilhas:

Se uma praia for uma boa pedida, pegue o vaporetto 1 ou 82 e vá até o Lido tomar um banho de mar. Sobretudo se você for em julho e agosto! Há ainda  Torcello, conhecida pela catedral Bizantina e Burano, uma vila de pescadores. (vaporetto 12 ou 52).

Onde se hospedar?   Contei um pouco de minha experiência aqui.

 

 Preciso dizer mais? Espero ter inspirado quem ainda não realizou o sonho!

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Roma, a cidade construída sobre ruinas – O que ver em Roma

Foi essa sensação que eu tive em Roma, uma cidade construída sob as ruínas de uma outra cidade (embora seja sobre ela mesma). A fusão passado e presente parece, o tempo todo, aguçar uma vontade de desvendar o futuro. O que será da cidade dos grandes gladiadores e do pão e circo…? Um local onde a história vive, perdura mantendo um pouco de si e se repete pra quem a contempla.

O turismo em Roma divide-se em duas vertentes principais: a Roma-Cristã e a Roma histórico-arqueológica (que é a maior parte, e incluo os monumentos nesse cabedal). Roma tem muita coisa pra ver, filtre o que ver pelo tempo que pretende passar lá, todos os dias serão repletos. Segue aqui indicações de alguns dos principais passeios dia 1 e dia 2.

 

Roma histórico-arqueológica

O que ver em Roma – Roteiro dia 01.

A Roma histórica é fascinante. Nos faz querer desvendar um pouco mais da humanidade, o que era, o que será… E aí vai minha primeira dica:

(dica 1) Pesquise um pouco de história! Ao menos dos monumentos e pontos que você tiver interesse de ver em Roma, com certeza você verá a cidade com outros olhos. Caso contrário, uma ruina cheia de história e significados não passará de pedras sem sentido (acredite, o passeio poderá ser chato).

(dica 02) Quem tem boca vai à Roma! Já diz o ditado. Mas… Na dúvida, pegue um mapa da cidade no seu hotel. O mêtro serve bem os pontos turísticos, mas, em boa parte dos locais, você sai da estação e ainda tem de andar um bom pedaço até chegar.

Região do Coliseu, Fórum Romano e Arco do Constantino

E o passeio, por onde começa? COLISEU, claro!

Vou fazer um breve roteiro da região. Você vai avistar o grande colosso em ruinas logo à saída da estação do metrô Colosseo.

Em frente ao Coliseu, fica o Arco de Constantino e o Fórum Romano, cuja entrada é gratuita (parece um sítio arqueológico cercado e pago, mas é só procurar a entrada).

Se pagar a entrada para o ver o Coliseu, o ingresso também vale para o Palatino (localiza-se depois do Arco de Constantino, seguindo em direção ao Circo Massimo).

Se tiverem tempo e vontade de andar um pouco mais, após atravessar o Fórum Romano cairão numa escadaria (se não achar as escadas, ou então siga para Via del Teatro Marcello, vide mapa cidade) e caminhe até a Praça do Capitólio.

Se você volta para o hotel de transporte público, especialmente de metrô, retorne o caminho que você fez, na região o único metrô mais próximo é o Colosseo.

Castelo Santo Ângelo

Embora ele se localize mesmo muito próximo à Basílica de São Pedro, o castelo nada tem a ver com a temática religiosa. Quando construído, servia de mausóleu, depois se tornou fortificação militar. Enfim, mesmo que não entre, vale a pena ir até a região, ver a ponte e bater uma foto em frente ao Castelo.

Se não fizer questão de entrar no Castelo, aproveite um dia depois de uma visita Basílica e faça uma vista à região (é super perto, a partir da Basílica, siga sempre reto a rua Via della Conciliazione. O Castelo está na próximo à rua Piazza Pia -na Lungotevere Castello. Consulte o mapa, mas não tem erro). O local vale no mínimo uma espiada.

Fontana de Trevi

Indo do viés arqueológico e pro histórico, encontramos eis que temos a belíssima Fontana de Trevi , ou, em portugês, a fonte dos trevos. É a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e com certeza uma das mais majestosas construção de fontes do barroco italiano. Visão diurna e noturna do monumento são igualmente belas, o local vale duas visitas.

Em alta temporada, qualquer cantinho para tirar fotografia é disputado, tanto de dia como a noite.

Como chegar: Estação metrô mais próxima é a Barberini, mas tem de andar mais um pouco. (A partir da R. Via delle Murati consulte o mapa como chegar).

(dica 03) Não suporta muito sol, tem uma pele muito branca? Então, se você vai em épocas de primavera e verão, muna-se de protetor solar e de uma sombrinha para se proteger do sol escaldante de Roma (dependendo da época, você pode encarar uma fila enorme para entrar na basílica e o sol é realmente muito forte). Até mesmo para andar na rua às vezes é preciso recorrer à sombrinha. (Vou repetir essa dica depois)

(dica 04) Na Itália, delicie-se com as raspadinhas e os sorvetes artesanais!

Enjoy Roma!

Roma Cristã, O Vaticano

O que ver em Roma – Roteiro dia 02.

Para visitar a Roma Cristã, faça uma “viagem” até o excelentíssimo país do Vaticano parando na estação de metrô Ottaviano de Roma. A partir da saída da estação, siga as sinalizações em direção ao Museu do Vaticano e à Basílica mesmo pela rua Ottaviano.
Este passeio pelo Vaticano demando mesmo no mínimo um dia.Na Basílica de São Pedro se encontra a Pietá, de Michelangelo. Como não conheço obras de arte a fundo (assumo) não vi nada de tão excepcional na Pietá, mas super valeu conhecê-la pessoalmente, é uma bela obra. (abaixo)

Após a visita, subimos até a torre da Basílica (ao lado da Igreja). A vista de Roma e do Vaticano é linda. Pagamos pra ir de elevador até um ponto porque é muita escada -e, mesmo pagando o elevador, ainda tem muita escada pra encarar subir até chegar lá. É muito mesmo! Mas vale a pena passar por todos aqueles caminhos loucos, a vista é linda!

Break pro almoço e seguimos pro Museu do Vaticano, que é mesmo ao lado da Basílica. Estudantes com até 25 anos (com carteirinha internacional) tem um desconto considerável no preço da entrada. O museu fecha 16h, mas quem estiver lá dentro pode ficar até 18h.

Pra quem gosta de ver detalhes, é pra tranqüilamente passar uma tarde toda ou até mesmo um dia inteiro lá. Ou, para dar uma olhada geral, reserve cerca de três horas. Abaixo , é a fotografia de uma das salas do Museu, e tem muitas destas, todas diferentes.


A Capela Sistina (no interior do Museu) é um show a parte. Sem comentários, é pra passar horas ali decifrando que obra é o que, os significados. Pena que as fotografias não são permitidas. É um encanto… Pra quem quer ver ela toda mais tranqüilo, sem o tumulto de tantos grupos de turistas, sugiro que esteja no Museu por volta de 15h, 16h, (perto do horário de fechamento do Museu) é quando os grupos vão indo embora e a capela fica mais vazia.

Ver essa parte religiosa de Roma foi minha parte preferida do passeio em Roma. Adorei! Segue mais algumas dicas (repetindo mas, nunca é demais):

(dica 01) Não suporta muito sol, tem uma pele muito branca? Então, se você vai em épocas de primavera e verão, muna-se de protetor solar e de uma sombrinha para se proteger do sol escaldante de Roma (dependendo da época, você pode encarar uma fila enorme para entrar na basílica e o sol é realmente muito forte). Até mesmo para andar na rua às vezes é preciso recorrer à sombrinha.

(dica 02) NÃO É PERMITIDO entrar nas Igrejas italianas com trajes “inadequados”, que são: roupas muito coladas, ombros de fora – blusas de alcinha, tomara-que-caia (cubra os ombros) e saia acima do joelhos. Para os homens, é proibido regata e shorts curto. Tem muitos seguranças na porta para olhar as vestimentas, e barram mesmo! Leia aqui como eu quase cai nessa furada!

Roma e a camiseta…

Itália. Julho, calor… (Ah! O verão da Europa vai deixar saudades!)
Neste momento acabavamos de sair de um rigoroso inverno, e o calor, mesmo intenso, não nos assustava. Quando não se tem este sentimento chamado “medo” é que as coisas podem se complicar.  E assim, a conclusão de toda nossa euforia do primeiro verão na europa europeu, veio logo numa viagem em que saímos completamente desprepardos para enfrentar um verão não menos rigoroso do que o que inverno havia sido, com temperaturas entre rondando facilmente os 40graus centigrados.
Protetor solar, na Europa? SIM! LEVEM!
Minha pele avermelhada e alguma ardência não me deixou esquecer deste “pequeno” lapso por uns 03 dias após um passeio de gôndola por Veneza depois do almoço. Depois de quase virar um camarão à italiana, acabei comprando um protetor.
Não obstante a isto, minha mala estava repleta de blusinhas, tomara-que-caias e alcinhas. Qual o problema disto? Aparentemente nenhum, tudo em conformidade, se não tivesse faltado um pouco de informação sobre cultura local, nunca é demais para quem vai passar alguns dias.
Recapitulando: minha família é católica, fui criada dentro desta religião (embora eu nem sempre tenha sido um exemplo de assiduidade). Entretanto, uma coisa era líquido e certo na minha cabeça: quem implicava com roupas, cabelo etc eram as Igrejas evangélicas, não Católica. Preconceitos… Como sofremos com eles, não?
Chegando à Itália, che bella sorpresa!  A entrada nas Igrejas não eram autorizadas de blusinha. Que…? Sim! E fui retirada de dentro de uma Igreja porque eu estava com uma frente-única (mega comportada, diga-se de passagem) mas que mostrava os OMBROS, e lá não pode!
Corri pro hotel e revirei as minhas malas. Não havia uma, nenhuma blusinha sequer que fosse de manga. Pudera… As mínimas na previsão do tempo para todas as cidade que visitaríamos era 29 graus. As mínimas! Desesperei, porque nosso próximo destino no outro dia cedo era Roma. Como iria entrar na Basílica de San Pietro? Não poderia jamais perder de ver a Basílica, o túmulo de Pedro, a Cappella Sistina.
Em Roma, todos os pensamentos possíveis passaram pela minha cabeça. Suborno não colaria, funciona mais no Brasil do que lá. Comprar uma blusa nova, era a saída. Só tínhamos 02 dias em Roma e o roteiro de passeios já estava bem apertado. Teríamos que sacrificar algo para procurarmos uma blusa, já que a região do hotel era desértica neste sentido.
Pensa, pensa, pensa. Plim…
Pensei, coloco um vestido meu que vai até o joelho e uma camiseta do meu esposo por cima. Pronto.Vai ficar feio? Sim, rídiculo! Mas não estava me importando! Não queria prejudicar nosso passeio e queria é entrar na Basílica. Talvez em Roma nem precisase usar isso, quem sabe se não seria só em Veneza que eles eram mais futricas, cidade pequena… Via das dúvidas, camiseta pra mochila logo.
Roma… Basílica de San Pietro.
Em Roma, não vi o Rei, mas tive a certeza que a roupa que o rato NÃO roeu me seria extremamente necessária. Da fila quilométrica de entrada da Basílica já pude ver um lugarzinho estilo raio X de aeroporto em que os guardinhas estavam barrando as pobres mulheres com roupas “indecorosas”, alcinhas e saias com dois dedos acima do joelhos…
Havia uma plaquinha com um risco vermelho em cima de figura de uma mulher com ombros apararecendo, outra figura de saia curta e shorts curto para homens. Não bastasse ser verdade, a tirania era organizada! Sem conversa, com estes trajes, ficava mesmo fora. Vi pessoas sendo tiradas da fila, fiquei com dó.
Ah, camiseta, amica mia. Embora estanhissima (feia mesmo, fala sério!), ninguém poderia dizer que eu estava em trajes abusivos. E assim fui eu:
O cabelo preso ainda ajuda a compor todo o visual, não? haha
O sol estava escaldante. Lá em cima tirei coloquei a camiseta só no meu ombro.
Afinal não era dentro da Igreja, certo? Caso pedissem, eu voltava.
Essa foi minha aventura em Roma. Fica aí minha dica: RECATO NAS IGREJAS ITALIANAS! Decotes? Jamais! Saia, só pra baixo do joelho. E cubra bem os ombros! Isso vale para os homens também.
Ah… E se quer mais uma dica: leve uma sombrinha! O sol de julho é demais em Roma.

Onde se hospedar em Roma

Em Roma filtrar “onde ficar” sozinho não é uma tarefa muito fácil pela quantidade de hotéis que existem na cidade. Quem já parou pra procurar não me deixa mentir.
Minha experiência: Achei a região do Termini é ótima, repleta de hotéis com bons preços, e, com um pouco de coragem, é possível chegar a pé em muitos pontos turísticos.

Vamos lá, vou indicar o local que nos hospedamos: B&B Termini.
O preço é ótimo e o quarto era ótimo. Uma das melhores relações preço /qualidade. Este B&B é, na verdade, um apartamento de 03 quartos que o dono transformou em hotel.

Quando chegamos lá, o dono não estava – ele não mora lá. Telefonamos, ele apareceu para nos recepcionar e entregar as chaves e foi embora. Só voltou no dia do check-out para passar o cartão.

O café da manhã, para mim, foi o mais interessante: era liberado. Havia uma cozinha lá (que qualquer hospode poderia utilizar para o caso de um lanche). Tudo ficava lá na geladeira e nos armários, o leite, o suco, o chocolate, o pão, manteiga, a bolacha, os cerais, o iogurte e o bolinho industrializado. Nos servíamos assim que levantávamos, e assim que terminavámos, nos mesmos guardavamos tudo. Sem fiscalização.

Super tranquilo. O quarto tinha tuuuuuuuudo! Ar condicionado, tv, cofre, banheiro no quarto. Simplesmente perfeito, minha intenção não era gastar muito com hospedagem! Li num outro blog uma pessoa que não teve uma experiência boa com esse tipo de hospedagem, mas, a minha estadia neste B&B foi perfeita.

Segue algumas fotos do nosso quarto:

Site para reservar o hotel http://en.reserver.it/hotel_1488.html