Entendeu ou quer que eu desenhe?

“Entendeu ou quer que eu desenhe?”  foi o lema seguido pela artista britânica Maria Tiurina em uma série chamada “Palavras Intraduzíveis” (Untranslatable Words), ilustrando o significado de 14 palavras de diferentes idiomas que não tem correspondente em outras línguas.

Cafuné, português brasileiro: O ato de ternura dos dedos correndo pelos cabelos de alguém.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (5)

Gufra, Árabe: Quantidade de água que você pode segurar nas mãos.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (6)

Palegg, do Norueguês: Qualquer coisa que você pode colocar em uma fatia de pão.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (4)

Tingo, Pascuense: O ato de pegar todos os objetos que você gosta do seu amigo, gradualmente, pedindo emprestado.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (5)

L’appel Duvide, dFrancês: “A chamada do vazio” seria a tradução literal, mas uma melhor descrição seria sobre o instinto de pular do alto de prédios.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (1)

Schlimazl, do Ídiche: Uma pessoa com azar crônico.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (4)

Baku-Shan, do Japonês: Uma garota que é bonita desde que você só a veja de costas.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (2)

Luftmensch,  Ídiche: Refere-se a alguém que é sonhador. Significa literalmente: pessoa aérea.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (7)

Torschlusspanik, do Alemão: Medo de que diminua as possibilidades conforme a idade passa.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (3)

Age-Otori, do Japonês: Quando você fica pior do que estava antes de cortar o cabelo.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (1)

Duende, espanhol: O misterioso poder que uma obra de arte tem e que toca as pessoas profundamente.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (2)

Schadenfreude, do Alemão: Aquela sensação de prazer ao ver a desgraça alheia.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (6)

Kyoikumama, japonês: Uma mãe que fica em cima do filho para que ele tenha um bom desempenho acadêmico.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (3)

Tretar, Sueco: É o segundo refil, ou melhor, a terceira vez que você repete.

Ilustrações palavras intradutíveis - Marija Tiurina (7)

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O Semeador de estrelas

Existem momentos na vida que por mais que a gente queira, não conseguimos enxergar o óbvio.

O Semeador de Estrelas é uma estátua localizada em Kaunas, Lituânia.
Durante o dia a estátua passa despercebida, como na imagem abaixo.

No cair da noite, revela-se o principal significado

Que sempre possamos sempre aquilo que está além dos nossos olhos…

“Às vezes, nossa vida é colocada de cabeça para baixo,
para que possamos aprender a viver de cabeça para cima.”

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Dicas de Viagem by Paulo Coelho

Refletir sobre coisas não tão óbvias sobre viagem. Abaixo segue o texto do Paulo Coelho, achei demais esse texto desde a primeira vez que eu li.

Viajando de maneira diferente

“Desde de muito jovem descobri que a viagem era, para mim, a melhor maneira de aprender. Continuo até hoje com esta alma de peregrino, e decidi relatar nesta coluna algumas das lições que aprendi, esperando que possam ser úteis a outros peregrinos como eu.

1] Evite os museus. O conselho pode parecer absurdo, mas vamos refetir um pouco juntos: se você está numa cidade estrangeira, não é muito mais interessante ir em busca do presente que
do passado? Acontece que as pessoas sentem-se obrigadas a ir a museus, porque aprenderam
desde pequeninas que viajar é buscar este tipo de cultura. É claro que museus são importantes, mas exigem tempo e objetividade – você precisa saber o que deseja ver ali, ou vai sair com a impressão de que viu uma porção de coisas fundamentais para a sua vida, mas não se lembra quais são.

2] Freqüente os bares. Ali, ao contrário dos museus, a vida da cidade se manifesta. Bares não
são discotecas, mas lugares onde o povo vai, toma algo, pensa no tempo, e está sempre disposto a
uma conversa. Compre um jornal e deixe-se ficar contemplando o entra-e-sai. Se alguém puxar assunto, por mais bobo que seja, engate a conversa: não se pode julgar a beleza de um caminho olhando apenas sua porta.

3] Esteja disponível. O melhor guia de turismo é alguém que mora no lugar, conhece tudo, tem orgulho de sua cidade, mas não trabalha em uma agência. Saia pela rua, escolha a pessoa com
quem deseja conversar, e peça informações (onde fca tal catedral? Onde estão os Correios?) Se não der resultado, tente outra – garanto que no final do dia irá encontrar uma excelente companhia.

4] Procure viajar sozinho, ou – ser for casado – com seu cônjuge. Vai dar mais trabalho, ninguém vai estar cuidando de você(s), mas só desta maneira poderá realmente sair do seu país. As viagens em grupo são uma maneira disfarçada de estar numa terra estrangeira, mas falando
a sua língua natal, obedecendo o que manda o chefe do rebanho, preocupando-se mais com as
fofocas do grupo do que com o lugar que se está visitando.

5] Não compare. Não compare nada – nem preços, nem limpeza, nem qualidade de vida, nem meio de transportes, nada! Você não está viajando para provar que vive melhor que os outros
sua procura, na verdade, é saber como os outros vivem, o que podem ensinar, como se enfrentam com a realidade e com o extraordinário da vida.

6] Entenda que todo mundo lhe entende. Mesmo que não fale a língua, não tenha medo: já estive em muitos lugares onde não havia maneira de me comunicar através de palavras, e terminei
sempre encontrando apoio, orientação, sugestões importantes, e até mesmo namoradas. Algumas pessoas acham que, se viajarem sozinhas, vão sair na rua e se perder para sempre. Basta ter o cartão do hotel no bolso, e – numa situação extrema – tomar um táxi e mostrá-lo ao motorista.

7] Não compre muito. Gaste seu dinheiro com coisas que não vai precisar carregar: boas peças de teatro, restaurantes, passeios. Hoje em dia, com o mercado global e a Internet, você pode ter tudo sem precisar pagar excesso de peso.

8] Não tente ver o mundo em um mês. Mais vale fcar numa cidade quatro a cinco dias, que visitar cinco cidades em uma semana. Uma cidade é uma mulher caprichosa, precisa de tempo para ser seduzida e mostrar-se completamente.

9] Uma viagem é uma aventura. Henry Miller dizia que é muito mais importante descobrir uma igreja que ninguém ouviu falar, que ir a Roma e sentir-se obrigado a visitar a Capela Sixtina, com duzentos mil turistas gritando nos seus ouvidos. Vá à Capela Sixtina, mas deixe-se perder pelas ruas, andar pelos becos, sentir a liberdade de estar procurando algo que não sabe o que é, mas que – com toda certeza – irá encontrar em mudará a sua vida.

Paulo Coelho
Manual do Guerreiro da Luz, p. 95-99.

Livro sobre bordéis em campos de concetração nazista

Pesquisador revela crueldade de algo menos conhecido do terror nazista: os bordéis de prisioneiras

Der Spiegel

Mareike Fallet e Simone Kaiser
Os prostíbulos dos campos de concentração continuam sendo um capítulo resguardado dos horrores da era nazista. Agora, um pesquisador alemão estudou o assunto sombrio e revelou a crueldade meticulosa dos assim chamados “alojamentos especiais”.Chutando-as de botas, o soldado da SS tirou Margarete W. e outras prisioneiras do trem e levou-as para um caminhão. “Levantem a lona. Todo mundo para dentro”, gritou. Pela janela de plástico da lateral da lona ela observou quando entraram em um campo masculino e pararam na frente de um dormitório com uma cerca de madeira.

As mulheres foram levadas para uma sala mobiliada. O alojamento era diferente daqueles que Margarete W., então com 25 anos, conhecia de seu tempo no campo de concentração feminino de Ravensbrück. Havia mesas, cadeiras, bancos, janelas e até cortinas. A supervisora informou às recém-chegadas que agora estavam em um “bordel de prisioneiros”. Elas viveriam bem ali, disse a mulher, com boa comida e bebida e, se fossem obedientes, nada aconteceria elas. Então, cada mulher foi enviada a um quarto. Margaret mudou-se para o número 13.

O bordel de prisioneiras do campo de concentração de Buchenwald começou a operar no dia 11 de junho de 1943. Foi o quarto de um total de 10, chamados “alojamentos especiais” erguidos em campos de concentração entre 1942 e 1945, a partir de instruções de Heinrich Himmler, diretor da SS. Ele implementou um esquema de recompensas nos campos, pelo qual as “realizações particulares” dos prisioneiros lhes garantiam menor carga de trabalho, alimento extra ou bônus financeiros.

Himmler também considerou benéfico “fornecer aos prisioneiros trabalhadores mulheres em prostíbulos”, como escreveu no dia 23 de março de 1942 para Oswald Pohl, oficial da SS encarregado dos campos de concentração. A visão cínica de Himmler era que as visitas aos bordéis aumentariam a produtividade dos trabalhadores forçados nas fábricas de munição e pedreiras.

“Especialmente pérfido”

Ainda é um aspecto menos conhecido do terror nazista que Sachsenhausen, Dachau e até Auschwitz incluíam bordéis e que prisioneiras de campo de concentração foram forçadas à prostituição. O acadêmico de Berlim Robert Sommer, 34, estudou arquivos e memoriais de campos de concentração no mundo todo e fez diversas entrevistas com testemunhas históricas nos últimos nove anos. Seu estudo, que será publicado neste mês, fornece a primeira pesquisa ampla e científica desta “forma especialmente pérfida de violência nos campos de concentração”. Sua pesquisa serviu de base para a mostra viajante “Bordéis de campos – o sexo forçado nos campos de concentração nazistas”, que viajará por diversos memoriais no ano que vem.

Sommer fornece inúmeras evidências para combater a lenda que os nazistas proibiam resolutamente e lutaram contra a prostituição. De fato, o regime tinha uma fiscalização total da prostituição, tanto na Alemanha quanto nos territórios ocupados -especialmente depois do início da guerra. A rede ampla de bordéis controlados pelo Estado cobriu metade da Europa, e consistia de “bordéis civis e militares assim como os de trabalhadores forçados e ao mesmo tempo eram parte dos campos de concentração”, segundo Sommer.

A combatente da resistência austríaca Antônia Bruha, que sobreviveu ao campo de Ravensbrück, informou anos atrás que: “As mais bonitas iam para o bordel da SS, as menos bonitas para o dos soldados”.

O resto terminava no bordel do campo de concentração. No campo de Mauthausen, na Áustria, nos dez pequenos quartos do “Alojamento 1”, o primeiro bordel de campo começou suas operações com janelas fechadas em junho de 1942. Naquela altura, havia cerca de 5.500 prisioneiros do campo de trabalho forçado de Mauthausen, quebrando granito para as construções nazistas. No final de 1944, mais de 70.000 trabalhadores forçados moravam no complexo do campo.

A SS tinha recrutado dez mulheres para Mauthausen, seguindo as instruções da agência de segurança do governo para erguer bordéis nos campos de trabalho forçado. Isso significava entre 300 a 500 homens por prostituta.

Cerca de 200 mulheres compartilharam o destino dos prisioneiros de Mauthausen nos bordéis do campo. Prisioneiras saudáveis e de boa aparência de 17 e 35 atraíam atenção dos recrutadores da SS. Mais de 60% delas eram alemãs, mas polonesas, soviéticas e uma holandesa foram transferidas para “a força-tarefa especial”. Os nazistas não permitiam mulheres judias por razões de “higiene racial”. Primeiro, as mulheres eram enviadas para o hospital do campo, onde recebiam injeções de cálcio, banhos desinfetantes, alimentos e um banho de luz.

De 300 a 500 homens por prostituta

Perto de 70% das trabalhadoras forçadas à prostituição tinham sido presas originalmente por serem “antissociais”. Nos campos, as mulheres eram marcadas com um triângulo preto. Dentre elas, havia ex-prostitutas, cuja presença supostamente garantia a administração “profissional” dos bordéis dos campos, especialmente no início. Era muito fácil para uma mulher ser considerada “antissocial”, bastava, por exemplo, não cumprir as instruções de trabalho.

Até que ponto as mulheres se voluntariaram para essas “forças-tarefas especiais” não se sabe. Robert Sommer cita a combatente da resistência espanhola Lola Casadell, que foi levada a Ravensbrück em 1944. Ela disse que a diretora do seu alojamento ameaçou: “Quem quiser ir para um prostíbulo deve ir para o meu quarto. Advirto, se não houver voluntárias, vamos pegar vocês à força.”

O testemunho de Antonia Bruha, forçada a trabalhar na área do hospital do campo de concentração, lembra de mulheres “que vieram voluntariamente, porque foram informadas que depois seriam liberadas”. Essa promessa foi rejeitada por Himmler, que reclamou que “alguns lunáticos no campo de concentração feminino, ao selecionarem as prostitutas para os bordéis, disseram às prisioneiras que aquelas que se voluntariassem seriam liberadas depois de seis meses.”

A última esperança de sobrevivência

Para muitas das mulheres vivendo sob ameaça de morte, contudo, servir em um bordel era a última esperança de sobrevivência. “A principal coisa era escapar do inferno de Bergen-Belsen e Ravensbrüc”, disse Lieselotte B., prisioneira do campo de Mittlebau-Dora. “A principal coisa era sobreviver”. A sugestão de que faziam isso “voluntariamente” é uma das razões “pelas quais as mulheres dos bordéis são estigmatizadas até hoje”, explicou Insa Eschebach, diretora do memorial de Ravensbrück.

Mantendo a hierarquia nazista racista nos campos, a princípio, apenas alemães podiam visitar o bordel, depois os estrangeiros também foram incluídos. Os judeus eram estritamente proibidos. Recebiam esses bônus os capatazes, diretores de alojamento e outros ocupantes proeminentes do campo. Primeiro, eles tinham que ter o dinheiro para adquirir um bilhete, que custava 2 marcos. Vinte cigarros na cantina, enquanto isso, custavam 3 marcos.

As visitas aos bordéis eram reguladas pela SS, assim como as horas de funcionamento. Em Buchenwald, por exemplo, o serviço ficava aberto de 7 às 22h. Ele permanecia fechado na falta de água ou luz, em ataques aéreos ou durante a transmissão dos discursos de Hitler. Edgar Kupfer-Koberwitz, prisioneiro em Dachau, descreveu o sistema em um diário do campo de concentração: “Você espera no salão. Um soldado registra o nome e o número do prisioneiro. Depois, chamam o um número e o nome do prisioneiro em questão. Aí você corre até o quarto com aquele número. Cada visita é um número diferente. Você tem 15 minutos, exatamente quinze minutos.”

A privacidade era um conceito estranho aos campos de concentração, inclusive nos bordéis. As portas tinham janelas, e um soldado da SS patrulhava o salão. Os prisioneiros tinham que tirar os sapatos e não podiam falar além do necessário. A única posição sexual permitida era a de missionário.

Freqüentemente, o encontro nem chegava à penetração. Alguns homens não tinham mais força física para isso e, de acordo com Sommer, “alguns tinham mais necessidade de conversar com uma mulher novamente ou sentir a sua presença”.

A SS tinha muito medo de espalhar doenças sexualmente transmissíveis. Os homens recebiam unguentos desinfetantes nos hospitais antes de cada visita ao bordel, e os médicos tiravam amostras das mulheres para testar gonorréia e sífilis.

A contracepção, por outro lado, era um aspecto que a SS deixava para as mulheres. Entretanto, raramente engravidavam, já que muitas mulheres tinham sido esterilizadas à força antes de serem presas e outras tinham se tornado inférteis com o sofrimento nos campos. No evento de um “acidente ocupacional”, a SS simplesmente substituía mulher e a enviava para um aborto.

Aquelas que aguentavam a dureza da vida num bordel tinham mais chances de escapar da morte e, de acordo com a pesquisa de Sommer, quase todas as mulheres na prostituição forçada sobreviveram ao regime de terror nazista. Pouco se sabe o que aconteceu com elas ou se jamais conseguiram se recuperar da experiência traumática. A maior parte delas manteve silêncio sobre seu fardo pelo resto de suas vidas.

O livro de Robert Sommer, “The concentration camp Bordello: Sexual Forced Labor in National Socialistic concentration camps” (o bordel do campo de concentração: o trabalho forçado sexual em campos de concentração), será publicado em alemão pela Schöningh Verlag, Paderborn.

Tradução: Deborah Weinberg
Fonte: http://noticias.uol.com.br,
26/06/2009

Livro sobre bordéis em campos de concentração nazista (post 2)

“Bordéis eram criados para ‘incentivar’ trabalhadores forçados. Embora não muito conhecido, nunca foi realmente um segredo o fato de que os nazistas mantinham bordéis em campos de concentração. Um pesquisador alemão reuniu informações sobre o assunto e publicou um livro a respeito.

[…]
O livro é baseado em numerosas entrevistas com pequenos grupos de sobreviventes. De acordo com Sommer, os oficiais da SS eram convencidos de que os trabalhadores forçados se empenhariam mais se lhes fosse prometida a possibilidade de fazer sexo.
[…]
Sommer estima em 200 o total de prisioneiras forçadas a trabalhar em bordéis, inicialmente atraídas pela perspectiva de escaparem das brutalidades dos campos de concentração. A promessa de liberdade, no entanto, nunca era cumprida, revela Sommer.
[…]
A grande maioria destas prisioneiras forçadas a se prostituírem nos campos de concentração eram mulheres rotuladas pelos nazistas de ‘socialmente indesejáveis’ ou ‘antissociais’. Mas não havia nenhuma judia entre elas e nenhum judeu era admitido entre os frequentadores destes bordéis”, explica o pesquisador.
[…]
“Por um lado, a maioria das mulheres que eram recrutadas para os bordéis nunca se livraram do estigma de serem consideradas antissociais e, por isso, não gostam de falar a respeito daquilo que vivenciaram. Há de se ressaltar que nenhuma delas recebeu, algum dia, qualquer ressarcimento pelo sofrimento por que passou depois da guerra”, observa Sommer.

Além disso, tanto Sommer quanto Eschebach acentuam que o assunto “bordéis em campos de concentração” veio sendo mantido como um tabu por várias décadas. “O tema ‘bordéis e sexualidade’ não combina com a imagem daquilo que os campos de concentração nazistas sempre simbolizaram para o público. Há necessidade de muitas explicações para colocar as coisas no contexto certo. E somente poucas pessoas, até hoje, tentaram fazer isso”, diz Sommer.

O pesquisador diz que, enquanto a ideia por trás dos bordéis era a de aumentar a produtividade através de incentivos para os prisioneiros, essa estratégia nunca realmente funcionou. Segundo ele, poucos eram os prisioneiros que ainda estavam em boas condições físicas para ficarem frequentando bordéis. Autor: Hardy Graupner (rb/rtrs/sv)”

Trechos extraídos de http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4582960,00.html