Roma histórico-arqueológica

O que ver em Roma – Roteiro dia 01.

A Roma histórica é fascinante. Nos faz querer desvendar um pouco mais da humanidade, o que era, o que será… E aí vai minha primeira dica:

(dica 1) Pesquise um pouco de história! Ao menos dos monumentos e pontos que você tiver interesse de ver em Roma, com certeza você verá a cidade com outros olhos. Caso contrário, uma ruina cheia de história e significados não passará de pedras sem sentido (acredite, o passeio poderá ser chato).

(dica 02) Quem tem boca vai à Roma! Já diz o ditado. Mas… Na dúvida, pegue um mapa da cidade no seu hotel. O mêtro serve bem os pontos turísticos, mas, em boa parte dos locais, você sai da estação e ainda tem de andar um bom pedaço até chegar.

Região do Coliseu, Fórum Romano e Arco do Constantino

E o passeio, por onde começa? COLISEU, claro!

Vou fazer um breve roteiro da região. Você vai avistar o grande colosso em ruinas logo à saída da estação do metrô Colosseo.

Em frente ao Coliseu, fica o Arco de Constantino e o Fórum Romano, cuja entrada é gratuita (parece um sítio arqueológico cercado e pago, mas é só procurar a entrada).

Se pagar a entrada para o ver o Coliseu, o ingresso também vale para o Palatino (localiza-se depois do Arco de Constantino, seguindo em direção ao Circo Massimo).

Se tiverem tempo e vontade de andar um pouco mais, após atravessar o Fórum Romano cairão numa escadaria (se não achar as escadas, ou então siga para Via del Teatro Marcello, vide mapa cidade) e caminhe até a Praça do Capitólio.

Se você volta para o hotel de transporte público, especialmente de metrô, retorne o caminho que você fez, na região o único metrô mais próximo é o Colosseo.

Castelo Santo Ângelo

Embora ele se localize mesmo muito próximo à Basílica de São Pedro, o castelo nada tem a ver com a temática religiosa. Quando construído, servia de mausóleu, depois se tornou fortificação militar. Enfim, mesmo que não entre, vale a pena ir até a região, ver a ponte e bater uma foto em frente ao Castelo.

Se não fizer questão de entrar no Castelo, aproveite um dia depois de uma visita Basílica e faça uma vista à região (é super perto, a partir da Basílica, siga sempre reto a rua Via della Conciliazione. O Castelo está na próximo à rua Piazza Pia -na Lungotevere Castello. Consulte o mapa, mas não tem erro). O local vale no mínimo uma espiada.

Fontana de Trevi

Indo do viés arqueológico e pro histórico, encontramos eis que temos a belíssima Fontana de Trevi , ou, em portugês, a fonte dos trevos. É a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e com certeza uma das mais majestosas construção de fontes do barroco italiano. Visão diurna e noturna do monumento são igualmente belas, o local vale duas visitas.

Em alta temporada, qualquer cantinho para tirar fotografia é disputado, tanto de dia como a noite.

Como chegar: Estação metrô mais próxima é a Barberini, mas tem de andar mais um pouco. (A partir da R. Via delle Murati consulte o mapa como chegar).

(dica 03) Não suporta muito sol, tem uma pele muito branca? Então, se você vai em épocas de primavera e verão, muna-se de protetor solar e de uma sombrinha para se proteger do sol escaldante de Roma (dependendo da época, você pode encarar uma fila enorme para entrar na basílica e o sol é realmente muito forte). Até mesmo para andar na rua às vezes é preciso recorrer à sombrinha. (Vou repetir essa dica depois)

(dica 04) Na Itália, delicie-se com as raspadinhas e os sorvetes artesanais!

Enjoy Roma!

Roma Cristã, O Vaticano

O que ver em Roma – Roteiro dia 02.

Para visitar a Roma Cristã, faça uma “viagem” até o excelentíssimo país do Vaticano parando na estação de metrô Ottaviano de Roma. A partir da saída da estação, siga as sinalizações em direção ao Museu do Vaticano e à Basílica mesmo pela rua Ottaviano.
Este passeio pelo Vaticano demando mesmo no mínimo um dia.Na Basílica de São Pedro se encontra a Pietá, de Michelangelo. Como não conheço obras de arte a fundo (assumo) não vi nada de tão excepcional na Pietá, mas super valeu conhecê-la pessoalmente, é uma bela obra. (abaixo)

Após a visita, subimos até a torre da Basílica (ao lado da Igreja). A vista de Roma e do Vaticano é linda. Pagamos pra ir de elevador até um ponto porque é muita escada -e, mesmo pagando o elevador, ainda tem muita escada pra encarar subir até chegar lá. É muito mesmo! Mas vale a pena passar por todos aqueles caminhos loucos, a vista é linda!

Break pro almoço e seguimos pro Museu do Vaticano, que é mesmo ao lado da Basílica. Estudantes com até 25 anos (com carteirinha internacional) tem um desconto considerável no preço da entrada. O museu fecha 16h, mas quem estiver lá dentro pode ficar até 18h.

Pra quem gosta de ver detalhes, é pra tranqüilamente passar uma tarde toda ou até mesmo um dia inteiro lá. Ou, para dar uma olhada geral, reserve cerca de três horas. Abaixo , é a fotografia de uma das salas do Museu, e tem muitas destas, todas diferentes.


A Capela Sistina (no interior do Museu) é um show a parte. Sem comentários, é pra passar horas ali decifrando que obra é o que, os significados. Pena que as fotografias não são permitidas. É um encanto… Pra quem quer ver ela toda mais tranqüilo, sem o tumulto de tantos grupos de turistas, sugiro que esteja no Museu por volta de 15h, 16h, (perto do horário de fechamento do Museu) é quando os grupos vão indo embora e a capela fica mais vazia.

Ver essa parte religiosa de Roma foi minha parte preferida do passeio em Roma. Adorei! Segue mais algumas dicas (repetindo mas, nunca é demais):

(dica 01) Não suporta muito sol, tem uma pele muito branca? Então, se você vai em épocas de primavera e verão, muna-se de protetor solar e de uma sombrinha para se proteger do sol escaldante de Roma (dependendo da época, você pode encarar uma fila enorme para entrar na basílica e o sol é realmente muito forte). Até mesmo para andar na rua às vezes é preciso recorrer à sombrinha.

(dica 02) NÃO É PERMITIDO entrar nas Igrejas italianas com trajes “inadequados”, que são: roupas muito coladas, ombros de fora – blusas de alcinha, tomara-que-caia (cubra os ombros) e saia acima do joelhos. Para os homens, é proibido regata e shorts curto. Tem muitos seguranças na porta para olhar as vestimentas, e barram mesmo! Leia aqui como eu quase cai nessa furada!

E viva o vulcão!

Mais uma para o contos e causos… Nossas peripécias e bobeiras. Todo mundo as comete, não?
Era um vôo para Amsterdam que tinha escala em Madrid. Duas horas em Barajas. Chegávamos dez da manhã e o vôo estava marcado para sair ao meio dia e meio. Não houve atrasos e chegamos no horário marcado. Duas horas no aeroporto de Madrid até que não era tão mal, ao menos pra mim. Barajas tem praticamente um mini-shopping ali, com um pouquinho de tudo (não é aquela coisa de só perfume e chocolate).

Tranquilamente, fomos eu e meu marido dar uma volta. Experimentei uma blusa que logo me apaixonei e uma  uma bota de cano alto numa promoção imperdível. Ele um tênis da Geox. Depois de algum tempo de passeio, conferimos no celular… Já era meio dia, era bom nos dirigirmos até nosso portão de embarque, porque algumas placas no aeroporto sinalizavam 20 minutos de caminhada até lá (sempre penso que essas placas podem estar erradas, mas, por experiência, já aprendi que elas nunca estão).

Entre uma esteira e outra, olhei o relógio aeroporto. Marcava uma da tarde. Falei:

– Cá, olha isso. Já é UMA da tarde!
– Ah… Esse relógio está errado. Ou…
– Não Cá, o relógio está certo. O fuso! Lisboa é 1hr a menos! Nossa passagem dizia que chegava 10 e saia meio dia, mas era meio dia daqui, Cá. Aqui é uma hora a mais!
– Corre…!

Saímos os dois desabalados! Falei pronto, já era. Sabe quando passa um flash na sua cabeça? Em uma fração de um milésimo de segundo, todos os problemas que enfrentaríamos por perder essa conexão vieram na minha cabeça: nossa reserva no hotel, dinheiro, pagar uma nova passagem. Meu Deus, como é que fizemos uma dessa, mancada!

Depois de uma correria enorme, quase atropelar uma velhinha e algumas crianças na esteira, chegamos no portão. Delayed.  D-E-L-A-Y-E-D!!!!!

Eu quase não acreditava. Ainda ofegando e com a respiração forte, conseguimos ouvir no espanhol e em inglês as comissárias informarem que o vôo pra Amsterdam estava atrasado devido à intervenção do querido vulcão na Islândia. Nunca fiquei tão feliz na minha vida por um atraso de um vôo. Thanks God, obrigada vulcão!

Roma e a camiseta…

Itália. Julho, calor… (Ah! O verão da Europa vai deixar saudades!)
Neste momento acabavamos de sair de um rigoroso inverno, e o calor, mesmo intenso, não nos assustava. Quando não se tem este sentimento chamado “medo” é que as coisas podem se complicar.  E assim, a conclusão de toda nossa euforia do primeiro verão na europa europeu, veio logo numa viagem em que saímos completamente desprepardos para enfrentar um verão não menos rigoroso do que o que inverno havia sido, com temperaturas entre rondando facilmente os 40graus centigrados.
Protetor solar, na Europa? SIM! LEVEM!
Minha pele avermelhada e alguma ardência não me deixou esquecer deste “pequeno” lapso por uns 03 dias após um passeio de gôndola por Veneza depois do almoço. Depois de quase virar um camarão à italiana, acabei comprando um protetor.
Não obstante a isto, minha mala estava repleta de blusinhas, tomara-que-caias e alcinhas. Qual o problema disto? Aparentemente nenhum, tudo em conformidade, se não tivesse faltado um pouco de informação sobre cultura local, nunca é demais para quem vai passar alguns dias.
Recapitulando: minha família é católica, fui criada dentro desta religião (embora eu nem sempre tenha sido um exemplo de assiduidade). Entretanto, uma coisa era líquido e certo na minha cabeça: quem implicava com roupas, cabelo etc eram as Igrejas evangélicas, não Católica. Preconceitos… Como sofremos com eles, não?
Chegando à Itália, che bella sorpresa!  A entrada nas Igrejas não eram autorizadas de blusinha. Que…? Sim! E fui retirada de dentro de uma Igreja porque eu estava com uma frente-única (mega comportada, diga-se de passagem) mas que mostrava os OMBROS, e lá não pode!
Corri pro hotel e revirei as minhas malas. Não havia uma, nenhuma blusinha sequer que fosse de manga. Pudera… As mínimas na previsão do tempo para todas as cidade que visitaríamos era 29 graus. As mínimas! Desesperei, porque nosso próximo destino no outro dia cedo era Roma. Como iria entrar na Basílica de San Pietro? Não poderia jamais perder de ver a Basílica, o túmulo de Pedro, a Cappella Sistina.
Em Roma, todos os pensamentos possíveis passaram pela minha cabeça. Suborno não colaria, funciona mais no Brasil do que lá. Comprar uma blusa nova, era a saída. Só tínhamos 02 dias em Roma e o roteiro de passeios já estava bem apertado. Teríamos que sacrificar algo para procurarmos uma blusa, já que a região do hotel era desértica neste sentido.
Pensa, pensa, pensa. Plim…
Pensei, coloco um vestido meu que vai até o joelho e uma camiseta do meu esposo por cima. Pronto.Vai ficar feio? Sim, rídiculo! Mas não estava me importando! Não queria prejudicar nosso passeio e queria é entrar na Basílica. Talvez em Roma nem precisase usar isso, quem sabe se não seria só em Veneza que eles eram mais futricas, cidade pequena… Via das dúvidas, camiseta pra mochila logo.
Roma… Basílica de San Pietro.
Em Roma, não vi o Rei, mas tive a certeza que a roupa que o rato NÃO roeu me seria extremamente necessária. Da fila quilométrica de entrada da Basílica já pude ver um lugarzinho estilo raio X de aeroporto em que os guardinhas estavam barrando as pobres mulheres com roupas “indecorosas”, alcinhas e saias com dois dedos acima do joelhos…
Havia uma plaquinha com um risco vermelho em cima de figura de uma mulher com ombros apararecendo, outra figura de saia curta e shorts curto para homens. Não bastasse ser verdade, a tirania era organizada! Sem conversa, com estes trajes, ficava mesmo fora. Vi pessoas sendo tiradas da fila, fiquei com dó.
Ah, camiseta, amica mia. Embora estanhissima (feia mesmo, fala sério!), ninguém poderia dizer que eu estava em trajes abusivos. E assim fui eu:
O cabelo preso ainda ajuda a compor todo o visual, não? haha
O sol estava escaldante. Lá em cima tirei coloquei a camiseta só no meu ombro.
Afinal não era dentro da Igreja, certo? Caso pedissem, eu voltava.
Essa foi minha aventura em Roma. Fica aí minha dica: RECATO NAS IGREJAS ITALIANAS! Decotes? Jamais! Saia, só pra baixo do joelho. E cubra bem os ombros! Isso vale para os homens também.
Ah… E se quer mais uma dica: leve uma sombrinha! O sol de julho é demais em Roma.

Onde se hospedar em Roma

Em Roma filtrar “onde ficar” sozinho não é uma tarefa muito fácil pela quantidade de hotéis que existem na cidade. Quem já parou pra procurar não me deixa mentir.
Minha experiência: Achei a região do Termini é ótima, repleta de hotéis com bons preços, e, com um pouco de coragem, é possível chegar a pé em muitos pontos turísticos.

Vamos lá, vou indicar o local que nos hospedamos: B&B Termini.
O preço é ótimo e o quarto era ótimo. Uma das melhores relações preço /qualidade. Este B&B é, na verdade, um apartamento de 03 quartos que o dono transformou em hotel.

Quando chegamos lá, o dono não estava – ele não mora lá. Telefonamos, ele apareceu para nos recepcionar e entregar as chaves e foi embora. Só voltou no dia do check-out para passar o cartão.

O café da manhã, para mim, foi o mais interessante: era liberado. Havia uma cozinha lá (que qualquer hospode poderia utilizar para o caso de um lanche). Tudo ficava lá na geladeira e nos armários, o leite, o suco, o chocolate, o pão, manteiga, a bolacha, os cerais, o iogurte e o bolinho industrializado. Nos servíamos assim que levantávamos, e assim que terminavámos, nos mesmos guardavamos tudo. Sem fiscalização.

Super tranquilo. O quarto tinha tuuuuuuuudo! Ar condicionado, tv, cofre, banheiro no quarto. Simplesmente perfeito, minha intenção não era gastar muito com hospedagem! Li num outro blog uma pessoa que não teve uma experiência boa com esse tipo de hospedagem, mas, a minha estadia neste B&B foi perfeita.

Segue algumas fotos do nosso quarto:

Site para reservar o hotel http://en.reserver.it/hotel_1488.html

Dicas de Viagem by Paulo Coelho

Refletir sobre coisas não tão óbvias sobre viagem. Abaixo segue o texto do Paulo Coelho, achei demais esse texto desde a primeira vez que eu li.

Viajando de maneira diferente

“Desde de muito jovem descobri que a viagem era, para mim, a melhor maneira de aprender. Continuo até hoje com esta alma de peregrino, e decidi relatar nesta coluna algumas das lições que aprendi, esperando que possam ser úteis a outros peregrinos como eu.

1] Evite os museus. O conselho pode parecer absurdo, mas vamos refetir um pouco juntos: se você está numa cidade estrangeira, não é muito mais interessante ir em busca do presente que
do passado? Acontece que as pessoas sentem-se obrigadas a ir a museus, porque aprenderam
desde pequeninas que viajar é buscar este tipo de cultura. É claro que museus são importantes, mas exigem tempo e objetividade – você precisa saber o que deseja ver ali, ou vai sair com a impressão de que viu uma porção de coisas fundamentais para a sua vida, mas não se lembra quais são.

2] Freqüente os bares. Ali, ao contrário dos museus, a vida da cidade se manifesta. Bares não
são discotecas, mas lugares onde o povo vai, toma algo, pensa no tempo, e está sempre disposto a
uma conversa. Compre um jornal e deixe-se ficar contemplando o entra-e-sai. Se alguém puxar assunto, por mais bobo que seja, engate a conversa: não se pode julgar a beleza de um caminho olhando apenas sua porta.

3] Esteja disponível. O melhor guia de turismo é alguém que mora no lugar, conhece tudo, tem orgulho de sua cidade, mas não trabalha em uma agência. Saia pela rua, escolha a pessoa com
quem deseja conversar, e peça informações (onde fca tal catedral? Onde estão os Correios?) Se não der resultado, tente outra – garanto que no final do dia irá encontrar uma excelente companhia.

4] Procure viajar sozinho, ou – ser for casado – com seu cônjuge. Vai dar mais trabalho, ninguém vai estar cuidando de você(s), mas só desta maneira poderá realmente sair do seu país. As viagens em grupo são uma maneira disfarçada de estar numa terra estrangeira, mas falando
a sua língua natal, obedecendo o que manda o chefe do rebanho, preocupando-se mais com as
fofocas do grupo do que com o lugar que se está visitando.

5] Não compare. Não compare nada – nem preços, nem limpeza, nem qualidade de vida, nem meio de transportes, nada! Você não está viajando para provar que vive melhor que os outros
sua procura, na verdade, é saber como os outros vivem, o que podem ensinar, como se enfrentam com a realidade e com o extraordinário da vida.

6] Entenda que todo mundo lhe entende. Mesmo que não fale a língua, não tenha medo: já estive em muitos lugares onde não havia maneira de me comunicar através de palavras, e terminei
sempre encontrando apoio, orientação, sugestões importantes, e até mesmo namoradas. Algumas pessoas acham que, se viajarem sozinhas, vão sair na rua e se perder para sempre. Basta ter o cartão do hotel no bolso, e – numa situação extrema – tomar um táxi e mostrá-lo ao motorista.

7] Não compre muito. Gaste seu dinheiro com coisas que não vai precisar carregar: boas peças de teatro, restaurantes, passeios. Hoje em dia, com o mercado global e a Internet, você pode ter tudo sem precisar pagar excesso de peso.

8] Não tente ver o mundo em um mês. Mais vale fcar numa cidade quatro a cinco dias, que visitar cinco cidades em uma semana. Uma cidade é uma mulher caprichosa, precisa de tempo para ser seduzida e mostrar-se completamente.

9] Uma viagem é uma aventura. Henry Miller dizia que é muito mais importante descobrir uma igreja que ninguém ouviu falar, que ir a Roma e sentir-se obrigado a visitar a Capela Sixtina, com duzentos mil turistas gritando nos seus ouvidos. Vá à Capela Sixtina, mas deixe-se perder pelas ruas, andar pelos becos, sentir a liberdade de estar procurando algo que não sabe o que é, mas que – com toda certeza – irá encontrar em mudará a sua vida.

Paulo Coelho
Manual do Guerreiro da Luz, p. 95-99.

Zaanze Schans – Moinhos de vento próximo de Amsterdam!

Está é mais uma dica de vigem para quem parte para desbravar os arredores de Holanda!
A cerca de 20km de Amsterdam, a charmosa vila de Zaanze Schans apresenta o que alguns dos tradicionais cartões postais da holandeses: os moinhos-de-vento! E o melhor de tudo: algumas destas engenhocas datadas de séculos, se encontram em pleno funcionamento e abertas à visitação. Claro que é mais demonstrativo que utilitário, mas, pra quem vai para os lados de Amsterdam na Holanda é um passeio imperdível, com certeza!


Uma coisa que achei interessante lá é o cheiro de delicioso de chocolate, extremamente forte por todo o lado! Um funcionário do museu de chocolate que há por lá, disse que boa parte do chocolate do mundo é produzido naquela região da Holanda. Incrível mesmo!

Como chegar: De Amsterdam, sair do Station Amsterdam Centraal. Comprar um bilhete para Zaanze Schans (do trem com destino a Alkmaar to Koog-Zaandijk). Lá Zaanze, é só seguir a sinalização.

(Parênteses)

Quando cheguei na cidade, errei as direções e não segui pela ponte que dava acesso aos moinhos, seguimos pela cidade. Foi incrível, a cidade é uma gracinha! Pude até ver um casamento lá. (a noiva estava chegando no cartório). Ver como são as casas e como vivem as pessoas que moram naquele local (não só a parte “turística”) foi, sem dúvida, a melhor parte do passeio!

Mas, se quiser se perder um pouco pela cidade, fique atento: nós andamos muito pela cidade, e, para chegar até os moinhos, tívemos de foi tomar um barco e atravessar o rio (pois fomos pela cidade). Não foi caro, coisa de 1 ou 2 euros por pessoa, mas, pra mim, valeu a pena :)

Projet du français: Nuremberg

 

Itineraire – 01 jour.

Une promenade à travers la ville, donne déjà une idée de la diversité culturelle, architecturale et gastronomique présente dans cette région de la Bavière

La plupart des attractions principales de Nuremberg sont dans le centre historique . Je vais passer sur un script rapide pour ceux qui veulent faire une visite d´un jour. Et vouz pouves le faire à pied.

A .
Prend le métro / train à la gare Tour Torre Weißer Turm qu´est le premièr lieu de visite de la ville.

B.

Le point le plus proche est le musée national germanique (Germanisches Nationalmuseum). Il est une chartreuse avec l’église et les cellules des moines datant de la fin du Moyen Age. 

C.
Ensuite, l’un des plus beaux endroits de la vieille ville, la HeiligGeistSpital L’, ou l’ancien hôpital Saint-Esprit.
D.
Le Haupmarket est le cœur de la vieille ville. Il y a là  le Gothique Schöner Brunnen, réplique d’une magnifique fontaine 1385 (l’original est dans les Germanisches Nationalmuseum de musée) et de l’église Frauenkirche, en style gothique, qui contient plusieurs travaux de restauration du Moyen Age.
E.
Weinstadel mit Henkersteg, traduction en français, magasin de vin et le pont du homme pendu. Malgré le nom peu évocateur, l’endroit est magnifique et rendre belles photos.
F.

Weißgerbergasse est l’une des rues médiévales les mieux conservées de Nuremberg. Elle est belle et vaut vraiment la visite.

G.
Pour fermer bien le jour, montée vers le château impériallieu caractéristique de la ville à l’époque du Moyen-Age, il attire l’attention du visiteur, car il était situé dans l’un des points les plus élevés du centre historique.


Une promenade à travers la ville donne déjà une idée de la diversité culturelle, architecturale et gastronomique présente dans cette région de la Bavière.
Dans le centre historique de Nuremberg sont la plupart des attractions principales. Je vais passer sur un script rapide pour ceux qui veulent faire une seule visite par jour. La façon dont je l’ai fait ce (sous l’image). Même pour la plupart préparés physiquement, est tranquillement tout faire à pied.

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Passeio de bicicleta em Amsterdam

Você já imaginou um estacionamento de bicicletas? Não? Se imaginasse, ele alguma coisa parecida com isso?

Estacionadas aqui, até o fundo, onde tem aquela plataforma, são todas bicicletas! Isto é Amsterdam!

As bicicletas estão por todo lado, são usadas não só por turistas, mas como um meio de transporte comum entre os holandeses de todas as idades.  Se você não não quer perder a oportunidade de aproveitar a topografia plana da cidade, siga os nativos e saia pedalando! Segue algumas dicas:

LOCAÇÃO DE BIKES:
Uma das maiores redes de locação na cidade é a Mac Bike http://www.macbike.nl/
Há em vários pontos da cidade, mas pra não perder tempo lá, o ideal é verificar antes qual o ponto de rental bike mais próximo de sua hospedagem.

FREIO HOLÂNDES NAS BICICLETA

Há 2 tipos de freio na bike, no guidão (o manual, nosso conhecido), e o freio no pedal (o freio que os holandeses costumam usar!!). O aluguel da bicicleta com o freio no guidão é um pouco mais caro, mas pra quem não está acostumado com o freio no pé, ou, e não pega numa bike há algum tempo – meu caso-, vale a pena pagar esse valor a mais, realmente o freio no pé é beeem diferente e pode causar algum transtorno. Confirme antes de alugar.

 

PREPARO FÍSICO:

Pode parecer bobagem falar disso, cada um sabe disso. Entretanto, vendo que traçando apenas alguns mapas, é possível fazer quase todos os passeios da cidade só com a bicicleta, e o aluguel compensa os valores dos bondes, é essencial falar disto.

Se bicicleta já fizer parte da sua rotina, ótimo, pare a leitura aqui! Mas, se faz algum tempo que você não sobe em uma delas, não planeje grandes aventuras ainda. Sugiro locar a bicicleta por apenas 3 horas e fazer um teste.

Eu mesma não abri mão do meu passeio de bike por Amsterdam, achei que precisaria de uma diária pra “matar” aquela vontade toda, mas as 3 horas já foram o suficiente. Não me cansei tanto, mas a parte da perna que ficou em contato com o banquinho doeu demais depois! Falta de hábito. Cadê tu, resistência?

Se você achar que tem preparo pra encarar numa boa, manda ver. A aventura será memorável! Na Mac Bike, onde aluguei minha magrela, passado as 3hrs, poderia devolver no outro dia e pagaria apenas o valor normal da diária, sem ter que avisá-los antes (por via das dúvidas, confirme se a política continua a mesma).

TRÂNSITO LOCAL:

É fácil andar de bicicleta em Amsterdam, há bastante ciclovias demarcadas, ageografica da cidade planinha é própria para isso, mas: o tráfego de bicicletas é muito intenso! Há muitos ciclistas, mas muitos mesmo! E o pior é que não são todos ciclistas corriqueiros, a maior parte eram turistas que, como eu, muitas vezes não pegam em bicicleta há algum tempo e fazem algumas trapalhadas (meu caso).

Nada que seja perigoso, mas eu confesso que alguns momentos deu um frio na barriga, cheguei até a descer da magrela para atravessar ruas mais movimentadas. Pensa numa pata… Completa! O amore sempre na frente, me esperando, ou, rindo da minha situação.

Só pedalei totalmente tranquila quando entramos dentro de um parque e na beira de um canal. O tráfego de bicicletas é um pouco bagunçado, mas nada que faça o passeio deixar de valer a pena, é lindo e delicioso! Em Amsterdam, como os holandeses… Enjoy it!

Onde se hospedar em Amsterdam

Você quer um hotel BBB (bom, bonito e barato) em Amsterdam? Uhlala! Boa sorte! Essa procura pode se tornar um pequeno grande desafio. Boa parte dos hotéis lá são bem velhos e nem sempre as instalações legais.Portanto… Se a faixa é budget, primeira coisa: tente aceitar a idéia de que você pode pagar mais (comparado à outras capitais) e talvez tenha que encarar um hotel de qualidade inferior.Nas duas vezes que estive lá, fiquei em hotéis diferentes. Vai lá a indicação do que eu gostei mais: Kooky Hotel.

As escadas íngremes e a fachada não escodem que o Kooky é um hotel antigo, uma típica casa com construção do século XVIII transformada em hotel.

A localização é ótima, é exatamente de frente para um canal e próximo da Leidseplein.

Pra quem não vai de carro e depende de transporte público é legal ficar próximo da Leidseplein. Lá tem agito noturno, bares, restaurantes e transporte para inúmeros pontos da cidade.
É um hotel simples, mas tinha tudo o que nós precisacamos. Ficamos num quarto amplo e limpo. O banheiro era shared, mas tudo estava  sempre limpo.
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