Para Sempre Cinderela - Part 21

Livro sobre bordéis em campos de concetração nazista

Pesquisador revela crueldade de algo menos conhecido do terror nazista: os bordéis de prisioneiras

Der Spiegel

Mareike Fallet e Simone Kaiser
Os prostíbulos dos campos de concentração continuam sendo um capítulo resguardado dos horrores da era nazista. Agora, um pesquisador alemão estudou o assunto sombrio e revelou a crueldade meticulosa dos assim chamados “alojamentos especiais”.Chutando-as de botas, o soldado da SS tirou Margarete W. e outras prisioneiras do trem e levou-as para um caminhão. “Levantem a lona. Todo mundo para dentro”, gritou. Pela janela de plástico da lateral da lona ela observou quando entraram em um campo masculino e pararam na frente de um dormitório com uma cerca de madeira.

As mulheres foram levadas para uma sala mobiliada. O alojamento era diferente daqueles que Margarete W., então com 25 anos, conhecia de seu tempo no campo de concentração feminino de Ravensbrück. Havia mesas, cadeiras, bancos, janelas e até cortinas. A supervisora informou às recém-chegadas que agora estavam em um “bordel de prisioneiros”. Elas viveriam bem ali, disse a mulher, com boa comida e bebida e, se fossem obedientes, nada aconteceria elas. Então, cada mulher foi enviada a um quarto. Margaret mudou-se para o número 13.

O bordel de prisioneiras do campo de concentração de Buchenwald começou a operar no dia 11 de junho de 1943. Foi o quarto de um total de 10, chamados “alojamentos especiais” erguidos em campos de concentração entre 1942 e 1945, a partir de instruções de Heinrich Himmler, diretor da SS. Ele implementou um esquema de recompensas nos campos, pelo qual as “realizações particulares” dos prisioneiros lhes garantiam menor carga de trabalho, alimento extra ou bônus financeiros.

Himmler também considerou benéfico “fornecer aos prisioneiros trabalhadores mulheres em prostíbulos”, como escreveu no dia 23 de março de 1942 para Oswald Pohl, oficial da SS encarregado dos campos de concentração. A visão cínica de Himmler era que as visitas aos bordéis aumentariam a produtividade dos trabalhadores forçados nas fábricas de munição e pedreiras.

“Especialmente pérfido”

Ainda é um aspecto menos conhecido do terror nazista que Sachsenhausen, Dachau e até Auschwitz incluíam bordéis e que prisioneiras de campo de concentração foram forçadas à prostituição. O acadêmico de Berlim Robert Sommer, 34, estudou arquivos e memoriais de campos de concentração no mundo todo e fez diversas entrevistas com testemunhas históricas nos últimos nove anos. Seu estudo, que será publicado neste mês, fornece a primeira pesquisa ampla e científica desta “forma especialmente pérfida de violência nos campos de concentração”. Sua pesquisa serviu de base para a mostra viajante “Bordéis de campos – o sexo forçado nos campos de concentração nazistas”, que viajará por diversos memoriais no ano que vem.

Sommer fornece inúmeras evidências para combater a lenda que os nazistas proibiam resolutamente e lutaram contra a prostituição. De fato, o regime tinha uma fiscalização total da prostituição, tanto na Alemanha quanto nos territórios ocupados -especialmente depois do início da guerra. A rede ampla de bordéis controlados pelo Estado cobriu metade da Europa, e consistia de “bordéis civis e militares assim como os de trabalhadores forçados e ao mesmo tempo eram parte dos campos de concentração”, segundo Sommer.

A combatente da resistência austríaca Antônia Bruha, que sobreviveu ao campo de Ravensbrück, informou anos atrás que: “As mais bonitas iam para o bordel da SS, as menos bonitas para o dos soldados”.

O resto terminava no bordel do campo de concentração. No campo de Mauthausen, na Áustria, nos dez pequenos quartos do “Alojamento 1″, o primeiro bordel de campo começou suas operações com janelas fechadas em junho de 1942. Naquela altura, havia cerca de 5.500 prisioneiros do campo de trabalho forçado de Mauthausen, quebrando granito para as construções nazistas. No final de 1944, mais de 70.000 trabalhadores forçados moravam no complexo do campo.

A SS tinha recrutado dez mulheres para Mauthausen, seguindo as instruções da agência de segurança do governo para erguer bordéis nos campos de trabalho forçado. Isso significava entre 300 a 500 homens por prostituta.

Cerca de 200 mulheres compartilharam o destino dos prisioneiros de Mauthausen nos bordéis do campo. Prisioneiras saudáveis e de boa aparência de 17 e 35 atraíam atenção dos recrutadores da SS. Mais de 60% delas eram alemãs, mas polonesas, soviéticas e uma holandesa foram transferidas para “a força-tarefa especial”. Os nazistas não permitiam mulheres judias por razões de “higiene racial”. Primeiro, as mulheres eram enviadas para o hospital do campo, onde recebiam injeções de cálcio, banhos desinfetantes, alimentos e um banho de luz.

De 300 a 500 homens por prostituta

Perto de 70% das trabalhadoras forçadas à prostituição tinham sido presas originalmente por serem “antissociais”. Nos campos, as mulheres eram marcadas com um triângulo preto. Dentre elas, havia ex-prostitutas, cuja presença supostamente garantia a administração “profissional” dos bordéis dos campos, especialmente no início. Era muito fácil para uma mulher ser considerada “antissocial”, bastava, por exemplo, não cumprir as instruções de trabalho.

Até que ponto as mulheres se voluntariaram para essas “forças-tarefas especiais” não se sabe. Robert Sommer cita a combatente da resistência espanhola Lola Casadell, que foi levada a Ravensbrück em 1944. Ela disse que a diretora do seu alojamento ameaçou: “Quem quiser ir para um prostíbulo deve ir para o meu quarto. Advirto, se não houver voluntárias, vamos pegar vocês à força.”

O testemunho de Antonia Bruha, forçada a trabalhar na área do hospital do campo de concentração, lembra de mulheres “que vieram voluntariamente, porque foram informadas que depois seriam liberadas”. Essa promessa foi rejeitada por Himmler, que reclamou que “alguns lunáticos no campo de concentração feminino, ao selecionarem as prostitutas para os bordéis, disseram às prisioneiras que aquelas que se voluntariassem seriam liberadas depois de seis meses.”

A última esperança de sobrevivência

Para muitas das mulheres vivendo sob ameaça de morte, contudo, servir em um bordel era a última esperança de sobrevivência. “A principal coisa era escapar do inferno de Bergen-Belsen e Ravensbrüc”, disse Lieselotte B., prisioneira do campo de Mittlebau-Dora. “A principal coisa era sobreviver”. A sugestão de que faziam isso “voluntariamente” é uma das razões “pelas quais as mulheres dos bordéis são estigmatizadas até hoje”, explicou Insa Eschebach, diretora do memorial de Ravensbrück.

Mantendo a hierarquia nazista racista nos campos, a princípio, apenas alemães podiam visitar o bordel, depois os estrangeiros também foram incluídos. Os judeus eram estritamente proibidos. Recebiam esses bônus os capatazes, diretores de alojamento e outros ocupantes proeminentes do campo. Primeiro, eles tinham que ter o dinheiro para adquirir um bilhete, que custava 2 marcos. Vinte cigarros na cantina, enquanto isso, custavam 3 marcos.

As visitas aos bordéis eram reguladas pela SS, assim como as horas de funcionamento. Em Buchenwald, por exemplo, o serviço ficava aberto de 7 às 22h. Ele permanecia fechado na falta de água ou luz, em ataques aéreos ou durante a transmissão dos discursos de Hitler. Edgar Kupfer-Koberwitz, prisioneiro em Dachau, descreveu o sistema em um diário do campo de concentração: “Você espera no salão. Um soldado registra o nome e o número do prisioneiro. Depois, chamam o um número e o nome do prisioneiro em questão. Aí você corre até o quarto com aquele número. Cada visita é um número diferente. Você tem 15 minutos, exatamente quinze minutos.”

A privacidade era um conceito estranho aos campos de concentração, inclusive nos bordéis. As portas tinham janelas, e um soldado da SS patrulhava o salão. Os prisioneiros tinham que tirar os sapatos e não podiam falar além do necessário. A única posição sexual permitida era a de missionário.

Freqüentemente, o encontro nem chegava à penetração. Alguns homens não tinham mais força física para isso e, de acordo com Sommer, “alguns tinham mais necessidade de conversar com uma mulher novamente ou sentir a sua presença”.

A SS tinha muito medo de espalhar doenças sexualmente transmissíveis. Os homens recebiam unguentos desinfetantes nos hospitais antes de cada visita ao bordel, e os médicos tiravam amostras das mulheres para testar gonorréia e sífilis.

A contracepção, por outro lado, era um aspecto que a SS deixava para as mulheres. Entretanto, raramente engravidavam, já que muitas mulheres tinham sido esterilizadas à força antes de serem presas e outras tinham se tornado inférteis com o sofrimento nos campos. No evento de um “acidente ocupacional”, a SS simplesmente substituía mulher e a enviava para um aborto.

Aquelas que aguentavam a dureza da vida num bordel tinham mais chances de escapar da morte e, de acordo com a pesquisa de Sommer, quase todas as mulheres na prostituição forçada sobreviveram ao regime de terror nazista. Pouco se sabe o que aconteceu com elas ou se jamais conseguiram se recuperar da experiência traumática. A maior parte delas manteve silêncio sobre seu fardo pelo resto de suas vidas.

O livro de Robert Sommer, “The concentration camp Bordello: Sexual Forced Labor in National Socialistic concentration camps” (o bordel do campo de concentração: o trabalho forçado sexual em campos de concentração), será publicado em alemão pela Schöningh Verlag, Paderborn.

Tradução: Deborah Weinberg
Fonte: http://noticias.uol.com.br,
26/06/2009

Livro sobre bordéis em campos de concentração nazista (post 2)

“Bordéis eram criados para ‘incentivar’ trabalhadores forçados. Embora não muito conhecido, nunca foi realmente um segredo o fato de que os nazistas mantinham bordéis em campos de concentração. Um pesquisador alemão reuniu informações sobre o assunto e publicou um livro a respeito.

[…]
O livro é baseado em numerosas entrevistas com pequenos grupos de sobreviventes. De acordo com Sommer, os oficiais da SS eram convencidos de que os trabalhadores forçados se empenhariam mais se lhes fosse prometida a possibilidade de fazer sexo.
[…]
Sommer estima em 200 o total de prisioneiras forçadas a trabalhar em bordéis, inicialmente atraídas pela perspectiva de escaparem das brutalidades dos campos de concentração. A promessa de liberdade, no entanto, nunca era cumprida, revela Sommer.
[…]
A grande maioria destas prisioneiras forçadas a se prostituírem nos campos de concentração eram mulheres rotuladas pelos nazistas de ‘socialmente indesejáveis’ ou ‘antissociais’. Mas não havia nenhuma judia entre elas e nenhum judeu era admitido entre os frequentadores destes bordéis”, explica o pesquisador.
[…]
“Por um lado, a maioria das mulheres que eram recrutadas para os bordéis nunca se livraram do estigma de serem consideradas antissociais e, por isso, não gostam de falar a respeito daquilo que vivenciaram. Há de se ressaltar que nenhuma delas recebeu, algum dia, qualquer ressarcimento pelo sofrimento por que passou depois da guerra”, observa Sommer.

Além disso, tanto Sommer quanto Eschebach acentuam que o assunto “bordéis em campos de concentração” veio sendo mantido como um tabu por várias décadas. “O tema ‘bordéis e sexualidade’ não combina com a imagem daquilo que os campos de concentração nazistas sempre simbolizaram para o público. Há necessidade de muitas explicações para colocar as coisas no contexto certo. E somente poucas pessoas, até hoje, tentaram fazer isso”, diz Sommer.

O pesquisador diz que, enquanto a ideia por trás dos bordéis era a de aumentar a produtividade através de incentivos para os prisioneiros, essa estratégia nunca realmente funcionou. Segundo ele, poucos eram os prisioneiros que ainda estavam em boas condições físicas para ficarem frequentando bordéis. Autor: Hardy Graupner (rb/rtrs/sv)”

Trechos extraídos de http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4582960,00.html

Colisão entre trens na Índia deixa pelo menos 22 mortos

quarta-feira, 21 de outubro de 2009, 04:13 | Online
Colisão entre trens na Índia deixa pelo menos 22 mortos

Acidente ocorreu próximo ao Taj Mahal; vagão atingido levava mulheres e deficientes

Número de vítimas ainda pode aumentar

Reuters

Número de vítimas ainda pode aumentar
NOVA DÉLHI – Um trem de passageiros se chocou com o vagão reservado a mulheres e deficientes de outro veículo nesta quarta-feira, 21, no norte da Índia, em uma localidade próxima ao Taj Mahal, e deixou pelo menos 22 mortos, informou a Polícia local.

As equipes de socorro resgataram 19 feridos em uma operação que durou cerca de sete horas, segundo o porta-voz policial, Rajesh Dikshit. Dois deles morreram enquanto recebiam tratamento, e os outros foram encaminhados ao hospital.

Não havia estrangeiros entre as vítimas. Os dois trens se dirigiam a Nova Délhi. A cidade onde ocorreu o acidente, Agra, fica a cerca de 210 quilômetros ao sudeste da capital.

Relatos

O Expresso de Goa se chocou na traseira do Expresso de Mewar, que se estava parado em um sinal, e causou danos em um vagão e o descarrilamento de outros dois. “Desde o princípio, o motorista mudava de vias com frequência.Também não havia um guarda controlando. Havia um trem parado na nossa frente e nos chocamos contra ele”, relatou um viajante ao canal indiano NDTV.

Segundo disse à agência indiana Ians um oficial de ferrovias, as autoridades temem que haja cerca de 50 pessoas presas no vagão danificado do Expresso de Mewar e com isso o número de vítimas pode
aumentar.

O acidente causou atrasos e os cancelamentos de alguns dos mais importantes expressos do país, como o expresso Rajdhani – que une Nova Délhi com Mumbai -, embora o serviço entre a capital e Agra já foi reatado.

O Ministério de Ferrovias anunciou compensações de 500 mil rúpias (US$ 10.750) para as famílias dos falecidos e de 100 mil rúpias (US$ 2.150) aos feridos.

A Índia conta com uma ampla rede ferroviária e as ferrovias são um meio de transporte fundamental, mas a infraestrutura é muito antiquada e o atrasos e acidentes são frequentes.

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,colisao-entre-trens-na-india-deixa-pelo-menos-21-mortos,454007,0.htm

Eu tinha voo marcado de volta pra casa exatamente este dia, planejavamos passar meio período em Agra, era só duas horas e meia de viagem, de madrugada tomar o vôo.
Chegamos na estação, o trem de ida pra Agra atrasou em mais de uma hora chegar. Pra mim, esse atraso grande foi um sinal. Mesmo o vôo sendo de madrugada, um atraso maior que esse poderia nos impossibilitar de pegar o vôo, mesmo o horário dele sendo de madrugada e tendo horas ai de intervalo. Não tomamos o trem de ida. Gente, acho que é Deus que coloca a mão e cuida da gente. Porque se esse trem não tivesse atrasado, nos teriamos ido pra Agra. Não teriamos conseguido sair de lá, ou o que é pior, estariamos exatamente dentro desse trem que foi acidentado. Graças a Deus estamos vivos, bem e em casa. Amém, Senhor, obrigada.

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Zoológico de Lisboa

Fiquei emocionada ao ir ao zoológico daqui de Lisboa. Sabe aquele passeio que você fica protelando? Vou amanhã, quando estiver sol, isto, aquilo. Ah, se eu soubesse antes… Tive uma surpresa maravilhosa ao chegar lá: espetáculo com golfinhos!
Era uma coisa que eu sempre quis ver! Quando eu era bem pequenininha, pedia para que meu pai trouxesse “postais dos golfinhos” quando ia viajar. E eu só recebia postais de cidades! Era muito pequenininha, não entendia que as cidades que ele passava não tinha  espetáculos de golfinhos.  Era um sonho de criança mesmo. Me encantei com o Zoo de Lisboa… Segue alguns clicks do Zoo:
Depois do show, contiamos testando o zoom da câmera
Vai Cá, bobinho, vai brigar com ele. Olha o tamanho dele perto de você!
Soninho…
Essas coisinhas são de verdade. Amei o passeio!

Comida Indiana…

Louca por coisa indiana.
Fascinada pelas culturas orientais, muito antes da Glória Peres ter idéia de escrever Caminho das Índias.
No mercado, nos deparamos com umas comidinhas prontas, típicas indianas mesmo, preço bom.
Por que não provar? Não era aquela coisa ocidentalizada dos restaurantes. Vai os dois malquinhos, Cá e eu, experimentar coisas de novo…
Quase não conseguimos comer, era MUITO apimentado. Sabia que era hot, mas não imaginei o quanto. É uma pimenta danada, aos poucos vai ardendo a boca de um jeito insuportável. Demorou um tempo pra parar de “pegar fogo”.
Viu esse vinagre ao lado da foto?
Foi ele que nos ajudou a conseguir comer. Sei que limão “baixa” a pimenta dos pratos, mas de ácido só tinhamos vinagre. Pra um indiano, talvez seja quase uma heresia fazer isso, mas, ou ou colocava o vinagre ou não comia…

Ao degustar comida indiana, estejam preparados!
Abraços

Veneza: hospesagem com preço mais justo e transportes…

Muita gente dizia que ficarmos no “continente” e pegar um ônibus pra ir a Veneza, ficaria bem mais barato. O preço da hospedagem na ilha, de fato, é realmente um pouco mais alto, mas a idéia de tomar o busão per tutta la giornatta não me empolgava muito (aliás, nada!). Passaríamos 3 dias, eu queria descançar mais, curtir, e, nada melhor do que um hotel dentro de Veneza mesmo.

Foi então que, graças ao nosso maravilhoso Lonely Planet, encontramos um hotel do jeito que queríamos: Hotel Alex.

Simples, mas tinha tudo o que precisávamos: jeito de casa italiana, boa localização dentro da ilha (vale lembrar que Veneza não passa carro e nada motorizado, tudo é feito a pé) cerca de 10 ou 15 min da Rialto, preço mais justo, café da manhã (simples, leite, chá, pão doce, pão normal, manteiga e geléia feitos pela mama que cuida da hospedaria, muito bom!).

Quarto:

Essa é a sacada do nosso quarto:

A dona de lá é uma senhorinha super bem disposta. Ajudou com todas as nossas dúvidas e permitiu até que deixassemos as bagagem na recepção depois que desocupamos o quarto no último dia (passeamos até o último respiro!).

A única coisa chata é o que nenhum dos quartos lá tem banheiro privativo, são todos shared, mas estava tudo sempre muito limpinho. No quarto tem uma piazinha e um bidê, olha o detahe abaixo…


Gostei muito de lá, indico!

É legal pensar bem na localização do hotel. Conhecemos alguns brasileiros lá que haviam pego um albergue (barato) que estava numa parte de Veneza que não tinha ligação por terra. Ou seja, para chegar do hotel deles aos pontos turísticos, só de barco -pagando passagem! Na minha opinião, é uma econômia que, de repente, acaba não compensando e dando mais dor de cabeça.
Em Veneza  estão todos literalmente no mesmo barco, pois, tudo é tudo feito a pé. Há também os barco-táxis (não tenho idéia do preço, não precisei) e os “ônibus-barco” cerca de 6, 7 euros o trajeto (ou um valor fixo para usar o serviço como quiser por 24hrs, 12 hrs, etc).  Ah, e claro, as gôndolas… São apenas para pequenos passeios românticos.
Mas, percorrer cada ruazinha daquelas a pé e descobrir um montão de coisas que você nunca imaginou… Não tem preço! 
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William Shakspeare… Inspiração de amor!

De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso,
 e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, 
e ninguém nunca amou.



Esta é minha primeira postagem neste cantinho que eu quero dividir com vocês um pouco do meu mundo e das coisas que eu amo. Minha inspiração é, sempre, o amor! Welcome!








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